A Baú do Braulio: “Grande Sertão: Veredas” em cordel Revista Kuruma'tá, 8 de janeiro de 20201 de agosto de 2020 O romance Grande Sertão: Veredas (1956), de Guimarães Rosa, já teve adaptações para o cinema (pelos irmãos Santos Pereira), para a televisão (por Walter Avancini), para o teatro (por Bia Lessa) e certamente teve muitas outras – estou citando apenas as primeiras que me vêm à memória. E tem cordelização do Grande Sertão, por Edmilson Santini. [Texto de Braulio Tavares] Continue a leitura...
A Marília Parente: um petardo e um sopro Revista Kuruma'tá, 10 de outubro de 201930 de dezembro de 2019 O disco (e eu queria perguntar aos mais agressivos se ainda se pode nominar de disco o edifício musical dos trabalhos dispostos nas plataformas digitais), continuando, o álbum (e repito aquela mesma pergunta) Meu céu, meu ar, meu chão e seus cacos de vidro, disposto nos alfarrábios do Spotify, onde o escuto há dias, repetidamente, foi disponibilizado aos mortais em setembro. [Texto de Aderaldo Luciano] Continue a leitura...
A O drama sertanejo de Bacurau Revista Kuruma'tá, 1 de setembro de 201927 de novembro de 2020 Armas, drones, armas, mapas, armas, motos, armas, telas, armas, corpos que caem. O que diz esse excesso de corpos armados e de corpos derrubados? Neste faroeste de takes à lá Sergio Leone e Glauber Rocha, todos podem perder ou cair. Podem também desaparecer, aprender a ficar invisível, mas vence a porção-Tarantino dos dois diretores. [Texto de Nonato Gurgel] Continue a leitura...
A “Buraco velho tem cobra dentro” Revista Kuruma'tá, 30 de agosto de 201930 de dezembro de 2019 Começo mesmo é falando da maravilha que é ser espectador desse filme, despido da cinefilia, e da maravilha que é esses dois cineastas terem mergulhado no Sertão do Seridó, para dar ouvido a essa voz do dentro do Brasil. E com maestria ter relacionado isso ao mundo, processando as tais influências, que prefiro chamar de presenças. [Texto de Toinho castro] Continue a leitura...
A Canudos é aqui Revista Kuruma'tá, 16 de junho de 201925 de outubro de 2019 A nova edição do livro A terra, o Homem, a Luta traz um belo prefácio do escritor Milton Hatoum, que linka Euclides da Cunha e Os Sertões ao escritor argentino Domingos Sarmiento, autor de Civilizacion y Barbarie. Acho que o escritor Jorge Luís Borges também faz esse link, sugerindo que o duelo entre civilização e barbárie fundamenta essas duas obras colossais da literatura latino-americana. [Texto de Nonato Gurgel] Continue a leitura...