A Direto de São Luís do Maranhão, a poesia de Vinícius Veloso Revista Kuruma'tá, 1 de dezembro de 20211 de dezembro de 2021 Mais uma vez, nossa amiga e poeta Micaela Tavares dá a dica da boa poesia maranhense para as páginas da Revista Kuruma’tá! E assim compartilhamos com você o trabalho bonito de Vinícius Veloso! Continue a leitura...
A Bora cantar?! — Viradão de fim de ano Toda Voz Importa! Revista Kuruma'tá, 30 de novembro de 202130 de novembro de 2021 Quem canta seus males espanta, e não falta males para espantar nesse Brasil pandêmico, de muitos genocídios cotidianos e mazelas, sequelas e querelas.Bora cantar?! Então, assim sendo, bora se salvar gente, abrindo a voz e o canto! Cantar para se libertar, cantar pra ser gente e pássaro. O canto dá… Continue a leitura...
A A cantada carioca de Claudia Castelo Branco Revista Kuruma'tá, 29 de novembro de 202129 de novembro de 2021 Texto de Toinho Castro — Passando distraído pelas ruas agitadas e algorítmicas da internet, fui surpreendido por uma cantada! Disco não é novidade para a pianista Claudia Castelo Branco. Cinco desses registros ela já gravou, com a também pianista Bianca Gismonti, como Duo Gisbranco, e um utro com o guitarrista… Continue a leitura...
A A orquestra dos inocentes condenados | Livro de Milena Martins Moura Revista Kuruma'tá, 23 de novembro de 202123 de novembro de 2021 Resenha de Toinho Castro, citando poemas lindos do livro da Milena — Totalmente escrito e publicado em meio à devastidão que espalhou pelo mundo, pelo Brasil, A orquestra do inocentes condenados é um livro de ordem íntima, que você lê e sente ele vindo de dentro. De dentro da poeta, e de dentro da gente. Memórias e miudezas aparentes. Continue a leitura...
A Marfê na Kuruma’tá Revista Kuruma'tá, 18 de novembro de 202118 de novembro de 2021 A conexão Maranhão está a todo vapor! O poeta Felipe Gabriel, ou Marfê, , que nos chega altamente recomendado pela também poeta Micaela Tavares, traz pra gente uma poesia carregada de força contra a roda que esmaga gente, mas também fresca, vívida, amorosa, vibrando ao sol. Bem-vindo, Marfê, à Kuruma’tá!… Continue a leitura...
A Jandaíra quer ficar – Parte 2 Revista Kuruma'tá, 16 de novembro de 20216 de janeiro de 2022 Uma fábula estranha de Toinho Castro — Sentada na praia, Jandaíra olhava o mar. A maré alta cobria os arrecifes e o Atlântico se descortinava para além do horizonte. Apesar do ruído das ondas, o mar parecia-lhe silencioso, contido. Atrás dela, a Avenida Boa Viagem jazia carente do movimento dos automóveis. Agora, somente um outro veículo a atravessava rumo ao Pìna, ao Centro ou Olinda. Continue a leitura...
A programa _aguaceiro — poesia, música, resistência Revista Kuruma'tá, 13 de novembro de 202113 de novembro de 2021 _aguaceiro é um programa lindo, produzido pela Monique Lima, e que vai ao ar pela bravíssima Rádio Graviola. Monique é educadora, escritora-letrista, artista inspiradíssima e ativista da cultura! Toinho Castro e Jorge LZ bateram um papo maravilhoso com Monique, no Konversa Kuruma’tá, sobre o _aguaceiro, poesia, música e sobre a… Continue a leitura...
A Um poema de Monique Lima Revista Kuruma'tá, 13 de novembro de 202113 de novembro de 2021 Monique Lima, educadora, escritora-letrista, criadora e apresentadora do programa @_aguaceiro, da Rádio Graviola, é quem chega junto da gente nesse sábado, frio no Rio de Janeiro, mas possivelmente quente e de céu azul em outras cidades. Chega junto da gente com poesia, melhor jeito de chegar. E muito haverá entre… Continue a leitura...
A Pequeno Dicionário de Arquétipos de Massa: Clones Revista Kuruma'tá, 3 de novembro de 20213 de novembro de 2021 Texto de Fábio Fernandes — Eles são todos iguais.Eles são todos iguais. Cópias, é isso o que eles são. Cópias. Não se sabe quem é o original, como seria possível? Afinal, quando você copia um arquivo dentro de uma pasta de seu computador, coloca a cópia em outra pasta e abre… Continue a leitura...
A Jandaíra quer ficar – Parte 1 Revista Kuruma'tá, 1 de novembro de 20216 de janeiro de 2022 Uma fábula estranha de Toinho Castro — Jandaíra corria em sua bicicleta pelas ruas vazias do Recife. No pequeno aparelho de MP3 tocava em looping a musiquinha do momento, com seu infatigável refrão: Tá todo mundo morto, tá todo mundo vivo. Ela só ria da canção. Você pode imaginar Jandaíra… Continue a leitura...