A O menino do campo Revista Kuruma'tá, 22 de dezembro de 202123 de dezembro de 2021 Um conto de André Moreno — Umas mãos debruçando-se a arar terra, outros colhendo flores e frutos, alguns capinando as matas e plantando as sementes, outros na caça, uns fazendo a alimentação e, as crianças, claro, brincando, imitando os adultos. Continue a leitura...
A Poema interiorano e outros poemas, de André Siqueira Revista Kuruma'tá, 19 de dezembro de 202119 de dezembro de 2021 Eis a sempre bem-vinda poesia que nos chega pelo inbox, pelos ventos digitais. É a Kuruma’tá ecoando seu espaço aberto por aí, nas cidades e mentes Brasil adentro. O poeta André Siqueira, de Jacareí nos oferta generosamente cinco poemas de sua lavra e é com esses versos que começamos a… Continue a leitura...
A Jandaíra quer ficar – Parte 3 Revista Kuruma'tá, 15 de dezembro de 20216 de janeiro de 2022 Uma fábula estranha de Toinho Castro — Leia Jandaíra quer ficar – Parte 1Leia Jandaíra quer ficar – Parte 2 De volta a praia, no dia seguinte, Jandaíra ergueu a urna com as cinzas de sua mãe na altura dos olhos, contra o cenário de céu azul e ondas quebrando na areia… Continue a leitura...
A O labirinto de W. J. Solha Revista Kuruma'tá, 12 de dezembro de 202112 de dezembro de 2021 Por Toinho Castro — 1/6 de Laranjas Mecânicas, Bananas de Dinamite, novo livro do poeta/escritor, cordelista, ator e artista plástico Waldemar José Solha, ou W. J. Solha, é um labirinto em que a gente deve procurar a entrada, não a saída. E essa busca só tem um caminho, a leitura. O livro é um longo poema, e eu sei que colocar as palavras livro, longo e poema numa mesma frase pode afastar as pessoas. Pois se aprocheguem! Continue a leitura...
A Singles pra que te quero! Revista Kuruma'tá, 9 de dezembro de 20219 de dezembro de 2021 Por Toinho Castro — Gente, LP é bom demais mas tem coisas preciosas acontecendo no mundo encantado dos singles. Hoje a Kuruma’tá, pela mão de seu editor Toinho Castro, seleciona três joias recém lançadas, pra você curtir e, a partir delas, enveredar pelo trabalho desses artistas! Bora lá conferir?! BAGUM,… Continue a leitura...
A Viva! Chegou o Festival Levada, celebrando 10 anos! Revista Kuruma'tá, 8 de dezembro de 20218 de dezembro de 2021 O Levada completa uma década e se mantém fiel à sua ideia inicial de mostrar o quanto a música brasileira continua pujante e diversa. — Jorge LZ, curador do Levada! Gente, é sabido que a Kuruma’tá é fã do Festival Levada, que chega HOJE ao Teatro Rival Refit, celebrando dez… Continue a leitura...
A Direto de São Luís do Maranhão, a poesia de Vinícius Veloso Revista Kuruma'tá, 1 de dezembro de 20211 de dezembro de 2021 Mais uma vez, nossa amiga e poeta Micaela Tavares dá a dica da boa poesia maranhense para as páginas da Revista Kuruma’tá! E assim compartilhamos com você o trabalho bonito de Vinícius Veloso! Continue a leitura...
A Bora cantar?! — Viradão de fim de ano Toda Voz Importa! Revista Kuruma'tá, 30 de novembro de 202130 de novembro de 2021 Quem canta seus males espanta, e não falta males para espantar nesse Brasil pandêmico, de muitos genocídios cotidianos e mazelas, sequelas e querelas.Bora cantar?! Então, assim sendo, bora se salvar gente, abrindo a voz e o canto! Cantar para se libertar, cantar pra ser gente e pássaro. O canto dá… Continue a leitura...
A A cantada carioca de Claudia Castelo Branco Revista Kuruma'tá, 29 de novembro de 202129 de novembro de 2021 Texto de Toinho Castro — Passando distraído pelas ruas agitadas e algorítmicas da internet, fui surpreendido por uma cantada! Disco não é novidade para a pianista Claudia Castelo Branco. Cinco desses registros ela já gravou, com a também pianista Bianca Gismonti, como Duo Gisbranco, e um utro com o guitarrista… Continue a leitura...
A A orquestra dos inocentes condenados | Livro de Milena Martins Moura Revista Kuruma'tá, 23 de novembro de 202123 de novembro de 2021 Resenha de Toinho Castro, citando poemas lindos do livro da Milena — Totalmente escrito e publicado em meio à devastidão que espalhou pelo mundo, pelo Brasil, A orquestra do inocentes condenados é um livro de ordem íntima, que você lê e sente ele vindo de dentro. De dentro da poeta, e de dentro da gente. Memórias e miudezas aparentes. Continue a leitura...