A A caminhada como poesia de uma sensibilidade ficcionada para fazer cidade Revista Kuruma'tá, 6 de outubro de 202019 de outubro de 2020 Para um autóctone de Coimbra, pré-imaginar a cidade aberta é por si só um jogo. Città Aperta, de Alain Michard constrói-se numa pequena oficina de seis dias, pesquisando o “relacionamento sensorial e imaginário dos participantes com a cidade, (…) delineado e interpretado em comum por todos e composto por experiências que alternam entre performances, conferências, refeições coletivas, histórias e reconfigurações de espaços da cidade”, diz no programa. [Texto de Ricardo Seiça Salgado] Continue a leitura...
A Três da madrugada, um poema inédito de Braulio Tavares Revista Kuruma'tá, 6 de outubro de 20206 de outubro de 2020 Outro dia fizemos, eu, Aderaldo Luciano e Numa Ciro, um bate-papo ao vivo, no Facebook da Kuruma’tá, conversando sobre a obra de Braulio Tavares e sua presença no cenário da cultura brasileira, isso por ocasião dos seus 70 anos e também por conta da campanha de financiamento coletivo, para edição dos seus livros A espinha dorsal da memória e Mundo fantasmo, pela Editora Bandeirola. Ele não participou da conversa amas acompanhou tudo e lá pelas tantas mandou a seguinte pergunta: Posso enviar um poema inédito para o saite?! Continue a leitura...
A No mês do Halloween, pro terror eu digo sim! Revista Kuruma'tá, 5 de outubro de 20205 de outubro de 2020 Resolvi escrever esse artigo para divulgar um autor incrível. Ele escreve livros e contos de terror. Abaixo vocês podem descobrir mais sobre ele na entrevista EXCLUSIVA que ele concedeu à Revista Kuruma’tá! Como vocês já sabem, no quinto livro da série literária de sonetos que estou publicando, onde os sonetos conversam com outras artes e linguagens, o #SonetERROR, escreverei sonetos para esse gênero literário, dominado desde sempre pela prosa. [Texto de Eduardo Maciel] Continue a leitura...
A O Como do Como. Uma noite com Ynaie. EU COMO VOCÊ. Comida É. Comida fui – Revista Kuruma'tá, 2 de outubro de 202011 de março de 2021 Uma terça de outono; noite em COIMBRA. LINHA DE FUGA. Fui ao Trincanas, misto de associação de dança folclórica e restaurante, assistir a uma performance da artista Ynaie Dawson. Uma yansã em corpo de menina. ‘Quer alguma ajuda Yna?’, perguntei ao chegar, a vendo andar, calma e seriamente, entre a cozinha e o salão. ‘Quero que se sente à mesa’, falou firme e sorrindo. [Texto de Lu Lessa Ventarola] Continue a leitura...
A Uma lagoa escura, arrodeada de areia branca Revista Kuruma'tá, 1 de outubro de 20201 de outubro de 2020 O governo da Bahia quer construir uma estação de esgoto onde? Nas margens da Lagoa do Abaeté. É isso mesmo que você leu… buscar alternativas, não. Vamos lá estragar, acabar, mais um patrimônio natural. Não sou da Bahia, não nasci em Salvador, e nas duas únicas vezes em que estive lá não tive oportunidade de visitar a Lagoa do Abaeté. Mas cresci à margem dela, na areia branca, desde que escutei, pela primeira vez, It’s a long way, de Caetano Veloso, no seu álbum Transa, gravado no exílio em Londres, em 1971, e lançado no Brasil no ano seguinte. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A Pequeno Dicionário de Arquétipos de Massa: Realidade Virtual Revista Kuruma'tá, 30 de setembro de 20201 de outubro de 2020 Mas a vida era dura. A cada crise, a cada problema nos estudos, no estágio, nos empregos, Luís buscava santuário nos livros. Ali ele não precisava lutar pelo pão de cada dia do patrão com o suor do seu rosto; não precisava engolir sapos viscosos a cada dia no escritório; não precisava aprender a se relacionar bem com os colegas. [Texto de Fábio Fernandes] Continue a leitura...
A “O que eu quero pra você é o mesmo que pra mim” Revista Kuruma'tá, 29 de setembro de 202029 de setembro de 2020 Hoje vi uma live da Camilla Farias e lembrei desse texto, que foi publicado em 29 de fevereiro exclusivamente no nosso Instagram, por ocasião do lançamento do seu disco, Singeleza – Para o mundo colorir. A live deixou aquele gosto bom do trabalho da Camilla e resolvi postar o texto novamente, agora aqui no site da Revista. Nunca é pouco destacar o trabalho de gente talentosa como a Camilla! [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A O fantástico romance da Arca de Noé e outros cordéis – A força da poesia de Edmilson Santini Revista Kuruma'tá, 28 de setembro de 20203 de outubro de 2020 Venho aqui só pra dizer que o poeta Edmilson Santini é um dos grandes artistas que conheço. Há quem faça a distinção artista popular, que é coisa que não faço, por consistir num pleonasmo. Ou vocês imaginam uma arte que não seja popular? Uma arte de elite, para os nobres com seus brasões? Santini é, em si, um brasão da tradição artística de um povo, carrega isso no verso, no poder da fala, no compasso enumerado das rimas. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A Da música e da poesia de Joana Hime: Entreventos Revista Kuruma'tá, 24 de setembro de 202027 de novembro de 2020 Entreventos é a primeira dessa série, uma composição da Joana em parceria com seu pai, Francis. E aí vem outro afeto, o piano de Francis Hime , esse piano que escuto há tantos anos. Lembro nitidamente do seu disco Passaredo, de 1978… eu tinha 12 anos e lá estava Francis Hime entre nós. E escutá-lo aqui, nessa conversa musical com a filha, é de arrepiar, né?! [Texto de Toinho CAstro] Continue a leitura...
A Aristocracia Carioca | Gerson King Combo: o Mercadão do Rei Black Revista Kuruma'tá, 23 de setembro de 202025 de janeiro de 2021 O chapéu com penacho e a capa preta ficam no armário do apartamento simples, no térreo, Rua Carvalho de Souza, área central de Madureira. Para ir às compras, todos os sábados de manhã no Mercadão de Madureira, Gerson Rodrigues Cortes — 63 anos, carioca, flamenguista, viúvo duas vezes, um filho, uma neta — leva do traje que o tornou Gerson King Combo. [Texto de Dimmi Amora e fotos de André Vieira — Cedido pela Revista Zé Pereira]] Continue a leitura...