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Kuruma'tá | contra o desencanto

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Kuruma'tá | contra o desencanto

Tag: Coimbra

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Um dia extraordinariamente comum. Seja bem-vindo senhor – (presidente)

Revista Kuruma'tá, 29 de novembro de 202011 de março de 2021

Aqui em Coimbra já se faz sentir o prenúncio do inverno – levei agasalhos para o corpo e um livro para agasalhar o espírito. O primeiro foi útil, já o segundo desnecessário – estar em um lugar como o Convento Santa Clara traz calor a qualquer espírito. [Texto de Lu Lessa Ventarola]

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Entrevista com Jonathan Uliel Saldanha

Revista Kuruma'tá, 11 de novembro de 202010 de março de 2021

O músico Jonathan Uliel Saldanha não é uma pessoa fácil de entrevistar, dada a imensidão de projectos que tem. Convenhamos, é impossível estar a par de todos, há sempre um que nos escapa. Portanto, a conversa na Oficina Municipal do Teatro, dois dias antes da apresentação do seu espectáculo com a Vera Mantero no Linha de Fuga, começou com esse facto assumido e acatado. O resto foi o que se segue: um portal aberto para uma espécie de Being Jonathan Uliel Saldanha. [Por Carina Correia]

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Entrevista a Vera Mantero

Revista Kuruma'tá, 4 de novembro de 202010 de março de 2021

Fui ter com a Vera Mantero à Oficina Municipal do Teatro numa correria para aproveitar a pausa que tinha do seu trabalho. Enquanto comia uma maçã vermelha, a Vera ofereceu-me a outra ponta do sofá, fazendo notar que era o seu momento de descontracção. Percebo, pois o espectáculo que estaria prestes a apresentar seria tudo menos descontraído, não fosse ele uma viagem ao lugar dos monstros, do obscuro e do feio. E por isso mesmo, a nossa conversa fez-se num ritmo macio, absoluto respeitador do momento. [Por Carina Correia]

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O espelho da bela adormecida e o diabo é o aborrecimento

Revista Kuruma'tá, 19 de outubro de 202022 de outubro de 2020

Diana de Sousa parte do imaginário da bela adormecida e apresenta a versão duracional da performance que se metamorfoseia em vários formatos que por sua vez trabalham diferentes relações com os espectadores. Existe a versão de palco que não vimos no Festival Linha de Fuga, mas ouve a surpresa de uma versão performance-acontecimento montra, inserido na Città Aperta de Alain Michard. [Texto de Ricardo Seiça Salgado]

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Entrevista à coreógrafa Tânia Carvalho

Revista Kuruma'tá, 7 de outubro de 202010 de março de 2021

A entrevista à coreógrafa Tânia Carvalho foi feita uns dias antes da apresentação da sua peça no contexto do festival Linha de Fuga. Apesar de sublinhar várias vezes a sua falta de vontade de parecer que tem certezas, lá foi desfiando o novelo, com cuidado, pois isto das palavras nem sempre é o melhor remédio. A conversa não foi longa, porque o palco do TAGV estava sob o escrutínio de pequenas obras e era preciso ir verificar tudo. É assim o trabalho da Tânia Carvalho: meticuloso. E completamente arrebatador. [Por Carina Correia]

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Captado pela intuição: uma aproximação

Revista Kuruma'tá, 7 de outubro de 20209 de outubro de 2020

Do gosto pelas formas. Da dificuldade de trabalhar com “pessoas”, e, no entanto, estes corpos que são pessoas, essencialmente formas. Do feixe de luz reflexo no corpo vertical ondulando de um ponto a outro. Um plano. A indecisão perante o óbvio. Os movimentos sem aparente razão de ser, aliás, diz-nos, sem razão. Um ser errante no palco das atenções. Do espanto perante os que sabem dançar. Os bailarinos. Do esforço implícito nas mãos, no dorso. A tábua sob um dia de sol depois de uma chuva intensa. A indecisão, o momento interrupto de um a outro: a possibilidade de dança! [Texto de Diogo Simões]

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A caminhada como poesia de uma sensibilidade ficcionada para fazer cidade

Revista Kuruma'tá, 6 de outubro de 202019 de outubro de 2020

Para um autóctone de Coimbra, pré-imaginar a cidade aberta é por si só um jogo. Città Aperta, de Alain Michard constrói-se numa pequena oficina de seis dias, pesquisando o “relacionamento sensorial e imaginário dos participantes com a cidade, (…) delineado e interpretado em comum por todos e composto por experiências que alternam entre performances, conferências, refeições coletivas, histórias e reconfigurações de espaços da cidade”, diz no programa. [Texto de Ricardo Seiça Salgado]

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O Como do Como. Uma noite com Ynaie. EU COMO VOCÊ. Comida É. Comida fui –

Revista Kuruma'tá, 2 de outubro de 202011 de março de 2021

Uma terça de outono; noite em COIMBRA. LINHA DE FUGA. Fui ao Trincanas, misto de associação de dança folclórica e restaurante, assistir a uma performance da artista Ynaie Dawson. Uma yansã em corpo de menina. ‘Quer alguma ajuda Yna?’, perguntei ao chegar, a vendo andar, calma e seriamente, entre a cozinha e o salão. ‘Quero que se sente à mesa’, falou firme e sorrindo. [Texto de Lu Lessa Ventarola]

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A estrada longa e larga

Revista Kuruma'tá, 22 de setembro de 202022 de setembro de 2020

— Sobre a primeira semana do Festival e Laboratório de Artes Performativas Linha de Fuga 2020 Texto de Alexandre Gigas Passou a primeira semana, em Coimbra, do Festival e Laboratório Internacional de Artes Performativas Linha de Fuga. Nela, desdobrei-me em várias personagens, numa linha de fuga esquizofrénica; o assistente de…

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Linha de Fuga. Set 2020. Os dias com Lula Pena. (ou: Canta-me, ó musa). Cante.

Revista Kuruma'tá, 20 de setembro de 202011 de março de 2021

COIMBRA. Por três dias andou-se sobre Sol. Como? Com Lula Pena. Foram só três dias, mas nestes atravessaram-se dias e dias e dias e dias. É mesmo assim quando o -três- consegue carregar em si um ciclo que se fecha: início-meio-fim. A serpente comeu a cauda. Encontramos o silêncio no cume da montanha dos sons. Lula propôs aos artistas que experimentassem o -piano- e eles entenderam o convite: ela, no fundo, queria que o piano fosse desafiado em sua concretude. [Texto de LuLessa Ventarola]

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A Kuruma'tá é uma publicação da Místico Solimões
e da Rede Afetiva de Culturas

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