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Kuruma'tá | contra o desencanto

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Kuruma'tá | contra o desencanto

Tag: Poesia

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Linha de Fuga. Set 2020. Os dias com Lula Pena. (ou: Canta-me, ó musa). Cante.

Revista Kuruma'tá, 20 de setembro de 202011 de março de 2021

COIMBRA. Por três dias andou-se sobre Sol. Como? Com Lula Pena. Foram só três dias, mas nestes atravessaram-se dias e dias e dias e dias. É mesmo assim quando o -três- consegue carregar em si um ciclo que se fecha: início-meio-fim. A serpente comeu a cauda. Encontramos o silêncio no cume da montanha dos sons. Lula propôs aos artistas que experimentassem o -piano- e eles entenderam o convite: ela, no fundo, queria que o piano fosse desafiado em sua concretude. [Texto de LuLessa Ventarola]

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Augusto dos Anjos – o poeta das redes sociais em 1900! Oi? Quando?

Revista Kuruma'tá, 7 de setembro de 202010 de setembro de 2020

Um dos meus poetas preferidos é Augusto dos Anjos, que nasceu em 1884 no Engenho Pau d’Arco, atualmente no município de Sapé, Estado da Paraíba. Como muitos à sua época, teve sua primeira educação (o que hoje seria a educação básica) em casa, com o pai. Como era muito dedicado e como as letras sorriam para ele, acabou conseguindo vaga no Liceu Paraibano, onde viria a ser contratado como professor em 1908. Desde os sete anos de idade compunha, precoce e gênio que foi e ainda é. [Texto de Eduardo MAciel]

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+ POEMAS DO TESSERATO | CALÍ BOREAZ

Revista Kuruma'tá, 28 de agosto de 202010 de março de 2021

tesserato é um súbito lugar de fusão. em toda a fusão existirá um momento de confusão? numa sucessão de interseções de espaços e tempos em movimento — como se estivessem girando num grande hipercubo —, o sujeito poético se desloca ao longo da imobilidade. toda a imobilidade conterá uma suspensão? nesse amplificar-se, entre estar e já-não-estar, entre a inexistência de um pouso e a espera por si mesmo já nesse pouso, é traçada uma inexplorada dimensão. os poemas — em verso e prosa — de tesserato são tentativas de atingir o tanto de um instante. [Poemas de calí boreaz]

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A dança da Chuva

Revista Kuruma'tá, 27 de agosto de 20203 de fevereiro de 2022

Os poemas estão sempre chegando nas águas da Kuruma’tá, vindos de toda parte, de todo tempo. Poemas feitos por gente que anda por aí, que atravessa os campos e as ruas, que senta na varanda para ver a chuva cair, com sua dança, com seu contornar as coisas, ganhar o mundo. Grato, Juraci, por fazer chover hoje, aqui. [Poema de Juraci Augusta da Cruz]

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Agostos de Haroldo de Campos

Revista Kuruma'tá, 19 de agosto de 202021 de agosto de 2020

Nas décadas de 1980 e 1990, lá no Recife, vivi de ler Haroldo de Campos, e seu irmão, Augusto. Contaram-me sobre o fim do verso, que eu tanto amava, sobre a temperatura informacional do texto, uma frase da Teoria da Poesia Concreta, que eu achava ser, justamente, um verso lindo. Eu tinha esse livro, da editora Brasiliense, que eu lia tentando compreender aquele novo mundo que se abria pra mim, tão longe de São Paulo, em tantos sentidos, que eu estava. [Texto de Toinho Castro]

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Aponte para aquela janela: A arte e a poesia de Diego Garcez

Revista Kuruma'tá, 10 de agosto de 202010 de agosto de 2020

Conheci Diego Garcez anos atrás, no Recife. Trabalhamos juntos num projeto, envolvendo TI, dados, formulários e afins. Feito isto, passou-se o tempo. A gente se desconectou e não soube dele por alguns anos. Tempo que passa pra todo mundo enquanto tece reencontros. Acabou que reencontrei Diego recentemente, pelas vias do Facebook, aquela troca de surpresas. Surpresa maior a minha, pois reencontrei uma outra pessoa da que eu conhecia. Isso deve ser alguma espécie de oxímoro… deve haver uma figura de linguagem para isso, reencontrar uma pessoa que é nova pra você! Reencontrei um Diego artista, poeta, longe do Recife, de âncora lançada em Lisboa. [Desenhos e poemas de Diego Garcez]

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Movimentos

Revista Kuruma'tá, 30 de julho de 202011 de março de 2021

Poesia tem seu lugar cativo na Kuruma’tá, ainda mais a poesia de Maria Cristina Martins, que sempre abre uma janela nova aqui na revista. Aqui ela nos apresenta três poemas de sua nova lavra. Adoro essa expressão, que vem de lavoura, de lavrar a terra. E não é assim que a gente faz poesia? E para completar, acompanha o conjunto de três poemas temos ainda uma arte da série de trabalhos que Maria Cristina vem desenvolvendo com pintura. Tudo de bom na Kuruma’tá, graças a essa colaboração, esse encontro de gentes que sonham e escrevem poesia. [Poemas de Maria Cristina Martins]

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O Ano Dois Mil e Vinte / Mudou Meu Planejamento

Revista Kuruma'tá, 29 de julho de 202011 de março de 2021

O ano de dois mil e vinte não tá moleza pra geral. Naquele momento cintilizante dos abraços, dos fogos, dos votos de feliz ano novo e do champagne, ou da Cidra, tava todo mundo sonhando, planejando mil coisas. Mas aí o ano que veio não era exatamente aquele que a gente tava contando. E tivemos que mudar nosso planejamento.

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Poemas do Tesserato | Calí Boreaz

Revista Kuruma'tá, 14 de julho de 202010 de março de 2021

tesserato
é um súbito lugar de fusão. em toda a fusão existirá um momento de confusão? numa sucessão de interseções de espaços e tempos em movimento — como se estivessem girando num grande hipercubo —, o sujeito poético se desloca ao longo da imobilidade. toda a imobilidade conterá uma suspensão? nesse amplificar-se, entre estar e já-não-estar, entre a inexistência de um pouso e a espera por si mesmo já nesse pouso, é traçada uma inexplorada dimensão. [Poemas de Calí Boreaz]

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Será que “a emenda sai pior que o soneto” mesmo?

Revista Kuruma'tá, 13 de julho de 202028 de julho de 2020

Orlando Neves, em uma definição mais objetiva, disse que o ditado significa “cair em pior erro que o erro anterior”. Certeiro e direto ao ponto. Mas sem o rebuscamento de incluirmos a palavra “soneto” no dito. Prefiro (óooooobvio) a versão anterior. E nela vou adentrar mais um pouco, se me permitem. Afinal, sou pai de sonetos e todo pai defende (ou deveria defender) seus filhos contra injustiças. [Texto de Eduardo Maciel]

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A Kuruma'tá é uma publicação da Místico Solimões
e da Rede Afetiva de Culturas

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