A VIXE | A poesia e o desenho de Marrisson Revista Kuruma'tá, 2 de outubro de 201930 de dezembro de 2019 Você tá em casa, de bobeira, aí, de repente, recebe uma mensagem do além. Ok, não do além, mas do desconhecido. [Poemas e desenhos de Marrisson]Alguém que não é seu amigo está te enviando uma mensagem via Facebook. Clico para conferir e dou de cara com Marrisson, que, recomendado pelo amigo, poeta e colaborador Márcio Fabiano, veio perscrutar as águas da Kuruma’tá e fazer essa oferta dos seus versos e desenhos, pra gente publicar. Continue a leitura...
A O drama sertanejo de Bacurau Revista Kuruma'tá, 1 de setembro de 201927 de novembro de 2020 Armas, drones, armas, mapas, armas, motos, armas, telas, armas, corpos que caem. O que diz esse excesso de corpos armados e de corpos derrubados? Neste faroeste de takes à lá Sergio Leone e Glauber Rocha, todos podem perder ou cair. Podem também desaparecer, aprender a ficar invisível, mas vence a porção-Tarantino dos dois diretores. [Texto de Nonato Gurgel] Continue a leitura...
A “Buraco velho tem cobra dentro” Revista Kuruma'tá, 30 de agosto de 201930 de dezembro de 2019 Começo mesmo é falando da maravilha que é ser espectador desse filme, despido da cinefilia, e da maravilha que é esses dois cineastas terem mergulhado no Sertão do Seridó, para dar ouvido a essa voz do dentro do Brasil. E com maestria ter relacionado isso ao mundo, processando as tais influências, que prefiro chamar de presenças. [Texto de Toinho castro] Continue a leitura...
A Eu sei que é junho Revista Kuruma'tá, 24 de junho de 201925 de novembro de 2019 Acaba que me criei, por conta da música e da literatura, dos quadros de Guignard, nessa espécie nostalgia, que flutua melancólica até a alegria mais pura. Deixo me carregar por ela mas sem esquecer que ainda há graça sim. Sem esquecer que é possível alimentar as brasas interiores e fazer migrar para o presente os gritos das quadrilhas. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A Desconstrução do Conselheiro Revista Kuruma'tá, 15 de abril de 201930 de dezembro de 2019 Enquanto as tropas não chegam, ouço aboios, ouço urros e berros, zumbidos, miados, cacarejos e pios ouço, ouço o estouro da boiada, o relógio da saudade. Do verde inverno gotejante, telhas, goteiras, capelas, igrejas que construímos juntos, cisternas, campos de futebol, rezas inventadas no solo seco do sertão sem ser só. Os beatos não são fanáticos, ah não são. [Texto de Nonato Gurgel] Continue a leitura...