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Kuruma'tá | contra o desencanto

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Kuruma'tá | contra o desencanto

Tag: Subliteratura

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O destino de Jamerson

Revista Kuruma'tá, 22 de agosto de 202222 de agosto de 2022

Texto de Toinho Castro — Jamerson olhou na direção do rio e se recusou a me entregar a bússola. Sabíamos, ambos, que suas esperanças eram vãs, mas nem por isso tive coragem de lutar com ele para tomar-lhe o artefato. Estávamos irremediavelmente perdidos, e o caminho que trilhamos era daqueles que se apagam logo atrás dos nossos passos.

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Os marcianos de Mercúrio

Revista Kuruma'tá, 9 de agosto de 20229 de agosto de 2022

Texto de Toinho Castro Os marcianos estão em toda parte. Estão em Mercúrio também, com suas plataformas e mãos sujas de sangue. Eles não se escondem no lado oculto do planeta. Na verdade não só não estão escondidos como se sentem bem à vontade, negociando escravos e planejando domínios no…

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Os circos do meu tempo

Revista Kuruma'tá, 11 de junho de 202111 de junho de 2021

Texto de Toinho Castro No meu tempo os circos exibiam pedras trazidas de vários planetas em pequenas gaiolas, ao lado de fora da lona colorida, muitas vezes expostas ao sol. Havia pedras até mesmo de Júpiter, que é basicamente composto por gases. “Essas pedras flutuam, ou boiam, por assim dizer,…

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A colonização

Revista Kuruma'tá, 31 de maio de 202131 de maio de 2021

Texto de Toinho Castro I Depois de meses de obras, não sem alguma polêmica, o Matadouro Público abandonado é agora, oficialmente, um centro cultural que transforma o nosso bairro num pólo gerador de arte, cultura e entretenimento para a cidade. O que ninguém sabe, exceto eu e um restrito grupo de…

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A noite em que um disco voador quase destruiu Recife

Revista Kuruma'tá, 19 de maio de 202120 de maio de 2021

Texto de Toinho Castro Recife, 1975. Depois da grande enchente, veio a grande falta de luz. Ainda criança e brincando na rua, eu soube… um grande disco voador pairava, invisível, sobre a cidade, sugando nossos recursos energéticos, levando o Recife à escuridão. Não podíamos vê-lo porque ele ele era tecido…

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Rumo ao Planeta Azulado

Revista Kuruma'tá, 27 de dezembro de 20208 de janeiro de 2021

É uma longa jornada até o Planeta Amarelo. De lá até o Planeta Azulado é mais um bom tempo de viagem, só que sem qualquer mundo habitado no caminho. A nave é precária e eles não podem confiar completamente nos instrumentos que enfeitam os painéis. [Texto de Toinho Castro]

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A música das nossas vidas

Revista Kuruma'tá, 22 de julho de 20204 de agosto de 2020

A ideia surgiu porque amavam de música. Criaram então a MentalMusic, que ocupava um pequeno galpão numa fábrica abandonada, na estrada das Imbiribeiras, na cidade do Recife. A primeira versão do chip surgiu no ano de 20?? e foi implantada no próprio Luizinho Marques, engenheiro e fundador, que passou dois ou três dias ouvindo ruídos e estática. O progresso foi lento e muito dificultado. [Texto de Toinho Castro]

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O começo do fim do mundo

Revista Kuruma'tá, 9 de abril de 202011 de abril de 2020

Com notícias assim começa o fim do mundo e ninguém percebe. Dias depois, já tarde da noite no mesmo laboratório, um assistente, sempre o assistente, se contaminou ao manipular as amostras da bactéria, que na verdade veio do espaço sideral. Sim, porque milhões de anos atrás, alienígenas de outro planeta utilizaram a própria Terra como laboratório, na tentativa de produzir vida no nosso planeta. [Texto de Joelson Pranto]

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O carro do ferro-velho

Revista Kuruma'tá, 30 de janeiro de 202031 de janeiro de 2020

Somente o homem do ferro-velho, o dono do carro do ferro-velho, junto com seus asseclas, poderá nos falar do futuro dessas traquitanas. Para saber do que essas estranha pessoas seriam capazes, para entender o que elas estariam tramando por trás dessa óbvia fachada de coletores de velharias ferruginosas, eu e o Zé José seguimos a kombi surrada no seu trajeto monótono pelo bairro e através de outros bairros, num percurso cada vez mais circular e labiríntico… achávamos mesmo que não conseguiríamos voltar. [Texto de Toinho Castro]

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A Kuruma'tá é uma publicação da Místico Solimões
e da Rede Afetiva de Culturas

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