A “Não siga mansamente para essa noite em paz” Revista Kuruma'tá, 29 de junho de 201930 de dezembro de 2019 E eu pensava no que eu teria ido comprar ali, naquele supermercado. Lista de compras improvisada na cabeça por nunca fui bom em listas de compras. Vinho, comprar vinho para brindar a Lou e Andy e John. Eu lá no meu quarto, num ano distante, colocando New York, recém lançado, para tocar. A voz de Lou anunciando os anos 90… The past keeps knock knock knocking on my door / And I don’t want to hear it anymore. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A Eu sei que é junho Revista Kuruma'tá, 24 de junho de 201925 de novembro de 2019 Acaba que me criei, por conta da música e da literatura, dos quadros de Guignard, nessa espécie nostalgia, que flutua melancólica até a alegria mais pura. Deixo me carregar por ela mas sem esquecer que ainda há graça sim. Sem esquecer que é possível alimentar as brasas interiores e fazer migrar para o presente os gritos das quadrilhas. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A Crônica dos últimos momentos Revista Kuruma'tá, 21 de junho de 201925 de outubro de 2019 Maldito livre arbítrio, controlado pelas corporações, pela publicidade, pelo último modelo de celular e pela lanchonete multinacional da esquina. Mesmo a ideia de escovar os dentes não era dele, mas da pasta de dentes. Logo mais iria remover o sabor da maionese com um chope gelado em outra esquina, sob os auspícios de outras tantas marcas. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A Páginas de Poesia Galega Revista Kuruma'tá, 12 de junho de 201925 de outubro de 2019 No ano passado fiz uma dessas viagens, no lombo de um idioma, o Galego. Na verdade naquela tarde de maio, enquanto assistia a Jornada 2018 de Letras Galegas, eu apenas iniciava a viagem que ainda segue seu rumo. Levado até ali, o Instituto de Letras , da UERJ (Viva a Universidade pública!), pela amiga e artista multimeios de muitas mídias, Paloma Klisys. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A A ilha perdida e reencontrada Revista Kuruma'tá, 8 de junho de 201925 de outubro de 2019 Adentrei o reino da literatura com Maria José Dupré segurando a minha mão. Não que tenha sido dela o primeiro livro que li ou algo assim. Certamente foi o que primeiro me deu certa sensação de maravilhamento que só vim a conhecer com os livros, e que até hoje me acompanha. Creio que muitos leitores como eu, os nascidos nos anos 1960, podem afirmar o mesmo, pois crescemos todos ao sabor dos livros da Coleção Vaga-lume, lançada pela editora Ática em 1973. [texto de Toinho Castro] Continue a leitura...