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Kuruma'tá | contra o desencanto

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Kuruma'tá | contra o desencanto

Categoria: A

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Aponte para aquela janela: A arte e a poesia de Diego Garcez

Revista Kuruma'tá, 10 de agosto de 202010 de agosto de 2020

Conheci Diego Garcez anos atrás, no Recife. Trabalhamos juntos num projeto, envolvendo TI, dados, formulários e afins. Feito isto, passou-se o tempo. A gente se desconectou e não soube dele por alguns anos. Tempo que passa pra todo mundo enquanto tece reencontros. Acabou que reencontrei Diego recentemente, pelas vias do Facebook, aquela troca de surpresas. Surpresa maior a minha, pois reencontrei uma outra pessoa da que eu conhecia. Isso deve ser alguma espécie de oxímoro… deve haver uma figura de linguagem para isso, reencontrar uma pessoa que é nova pra você! Reencontrei um Diego artista, poeta, longe do Recife, de âncora lançada em Lisboa. [Desenhos e poemas de Diego Garcez]

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Dentro da estrela azulada — Parabéns, Caetano

Revista Kuruma'tá, 7 de agosto de 202028 de dezembro de 2020

Hoje é aniversário de Caetano Veloso. Tá tendo live dele, na internet, e eu to ouvindo aqui ele cantar O homem velho, com uma voz delicada, velha, linda. Não conheço Caetano, não convivi com ele, não tenho foto com ele. Sou o que se chama de fã. Uma palavra meio rejeitada e confusa, mas reivindico pra mim essa palavra desgastada e cafona. E fazendo isso ouso aqui desejar a Caetano parabéns, feliz aniversário, saúde, felicidade e essas coisas boas que a gente que pra quem é do nosso afeto. [Texto de Toinho Castro]

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Lançamentos preciosos pra escutar, curtir e compartilhar!

Revista Kuruma'tá, 7 de agosto de 20203 de fevereiro de 2022

Viva e cheia de energia como poucos nessa pandemia, a música brasileira não para. Não para de surpreender, de alegrar e iluminar nossas vidas em meio a essa confusão em que nos metemos, ou nos meteram, ou ainda um tanto dos dois! Hoje, numa sexta-feira, aniversário de Caetano Veloso e já encostando no Dia dos Pais, fica a dica dessa pérolas preciosas lançadas ao vento, pra gente botar pra tocar e aumentar o volume, pro som das caixas se sobrepor à distopia que quer acinzentar o horizonte.

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Tenho quase

Revista Kuruma'tá, 6 de agosto de 202011 de março de 2021

Quase é um advérbio. É uma palavra invariável que funciona como um modificador de um verbo. Ela tem me modificado. Afinal, tenho quase 30. Tenho quase coisas. Quase eu consegui. Quase acabou. Quase eu recebi. Quase eu fui contratada. Foi por pouco. Foi quase. Quase. Quaaase, rapaz [Texto de Caru]

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Pequeno Dicionário de Arquétipos de Massa: Gravidade zero

Revista Kuruma'tá, 4 de agosto de 20206 de agosto de 2020

Você quase esqueceu. Cadê neurônio depois de tanto álcool na cabeça? A única lembrança que ainda lhe resta daquela noite foi o salto: apostou – dizem que foi a dinheiro, mas isso você faz questão de não lembrar – com os amigos na festa para ver quanto tempo cada um levaria para tocar o chão, pulando do alto da janela do segundo andar da casa. [Texto de Fábio Fernandes]

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Sobre a depressão

Revista Kuruma'tá, 3 de agosto de 20204 de agosto de 2020

Verdade: quando escrevo, me sinto em transe, me sinto repleto, me sinto útil e me sinto atendendo ao meu chamado nessa vida.
Pena saber que nem todo mundo se abre pra encontrar coisas que apenas existem no plano dos sonhos, e aproveito que estou compartilhando com vocês essa reflexão para convida-los a fazê-lo. Deixem seus interiores lhes mandarem mensagens! [Texto de Eduardo Maciel]

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Astronautas

Revista Kuruma'tá, 2 de agosto de 20204 de agosto de 2020

A imagem não é muito boa, há sempre algum ruído e a gente sente o esforço dos dados, dos pixels, para migrar entre nós, carregando as imagens de uns para os outros. O som é sempre um pouco metálico, estranho, sempre um pouco fanhoso, porque nossos microfones e altofalantes, ou fones de ouvido, não são mesmo grande coisa. Então enquanto eu converso com alguém, tento filtrar aquele som pela memória, a fim de recuperar a voz da pessoa. [Texto de Toinho Castro]

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Os sabores da cultura popular

Revista Kuruma'tá, 1 de agosto de 202011 de março de 2021

Chega-nos nesse sábado inverno, com fiapos de sol, ecos da culinária brasileira, pela voz afetiva da paraense de Marajó, criada em Belém, Raíra Moraes. Apaixonada por música e cultura popular, Raíra faz pesquisa nessa área há uns dez anos, sempre atrelando música, culinária local e manifestações de raiz. Só muito amor pela gastronomia, por enxergá-la como cultura e veículo das tradições e história do povo, das gentes desse país enorme e profundamente culinário. Onde se vai encontram-se sabores, combinações inesperadas de ingredientes e descobertas. Com esse olhar e, claro, paladar, Raíra compartilha com a gente suas impressões e experiências. [Texto de Raíra Moraes]

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Poesia através do Atlântico

Revista Kuruma'tá, 31 de julho de 20204 de agosto de 2020

Sabem aquele contato que a gente faz, aí se perde no rebuliço das horas, dos dias, dos e-mails, das mensagens?! Pois… Eis que reencontrei dias desses um desses elos perdidos das conversas ao acaso. A artista Lu Lessa, residente na boa Coimbra, me falou desse moço, o Alexandre Gigas, amigo, poeta, artista como ela. Que a gente tinha que trocar ideias, palavras, feitos heroicos! Email vai e vem e some, mas na confusão de distrações Gigas deixou-nos um poema a ser publicado na Kuruma’tá. Reencontrá-lo foi graça alcançada, item no somatório das coisas boas que se insurgem contra as coisas ruins. [Poemas de Alexandre Valinhos Gigas]

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Movimentos

Revista Kuruma'tá, 30 de julho de 202011 de março de 2021

Poesia tem seu lugar cativo na Kuruma’tá, ainda mais a poesia de Maria Cristina Martins, que sempre abre uma janela nova aqui na revista. Aqui ela nos apresenta três poemas de sua nova lavra. Adoro essa expressão, que vem de lavoura, de lavrar a terra. E não é assim que a gente faz poesia? E para completar, acompanha o conjunto de três poemas temos ainda uma arte da série de trabalhos que Maria Cristina vem desenvolvendo com pintura. Tudo de bom na Kuruma’tá, graças a essa colaboração, esse encontro de gentes que sonham e escrevem poesia. [Poemas de Maria Cristina Martins]

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A Kuruma'tá é uma publicação da Místico Solimões
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