Skip to content

Kuruma'tá | contra o desencanto

  • Sobre KURUMA’TÁ
  • REDE AFETIVA DE CULTURAS
    • Aguaceiro
    • revista cassandra
    • Fazia Poesia
    • Macabéa Edições
    • Na ponta da Agulha
    • NC Curadorias
    • Editora Patuá
    • Revista Sucuru
    • Taioba Publicações
    • Revista Tamarina
    • Toma Aí Um Poema
    • Revista Toró

Kuruma'tá | contra o desencanto

Categoria: A

A

Sofrimento infinito tardio

Revista Kuruma'tá, 25 de dezembro de 201930 de dezembro de 2019

Os dois últimos livros que li foram GRAÇA INFINITA e O VERÃO TARDIO. Este ensaio contém spoilers, e espero que não interesse somente a quem leu esses dois livros porque é um recorte específico demais, que limitaria seu público a uma dúzia de pessoas ou sei lá. Em princípio, não há nenhuma relação direta entre as duas obras a não ser o fato de que as li na sequência. [Texto de terêncio Porto]

Continue a leitura...
A

Dias e mais dias com poemas nórdicos todo dia!

Revista Kuruma'tá, 23 de dezembro de 20195 de abril de 2020

Dia desses eu estava pensando sobre poesia, mais precisamente sobre a poesia nórdica, sobre o quanto eu desconheço a poesia nórdica. Percebi em mim essa lacuna, dentre outras. Pensei em pesquisar, buscar algumas fontes, descobrir se alguém andava traduzindo os versos do Norte. E eis que esbarro, na timeline da artista visual, poeta e professora Laura Erber, no Facebook, a dica dessa página chamada Um poema nórdica ao dia, que publica, como o nome promete, um poema de poetas nórdicos por dia. Gente, nem acreditei!

Continue a leitura...
A

Pequeno Dicionário de Arquétipos de Massa: A Arte da Guerra (para Marçal Aquino)

Revista Kuruma'tá, 20 de dezembro de 201920 de dezembro de 2019

É assim: enfie a faca sempre abaixo do peito, três ou quatro dedos abaixo do centro. É nesse ponto que fica o diafragma. É o ponto mais macio dessa área, porque não tem osso. Enfiar um objeto perfurocortante no peito de alguém é algo que só pode fazer quem tem muita força no braço, senão corre o risco da faca ficar presa no esterno, e pra tirar não é fácil. [Texto de Fábio Fernandes]

Continue a leitura...
A

Nós vivemos essas coisas (ou O Recife partido em 4 bandas)

Revista Kuruma'tá, 19 de dezembro de 201912 de novembro de 2020

Por todo o séc. XIX, a cidade do Recife foi se constituindo no grande portal da cultura brasileira. A literatura e a filosofia deitaram-se em suas ruas a partir de sua Faculdade de Direito. Nos becos e vielas estavam se fortalecendo os movimentos culturais do povo: um esteio de maracatu, outro de frevo surgindo devagar, o mela-mela e tudo que confluiria para uma produção artística imponente na primeira metade do séc. XX. Já a partir da década de 60 desse mesmo século, o XX, forjaram-se alguns movimentos musicais determinantes. [Texto de Aderaldo Luciano]

Continue a leitura...
A

Arte e Saúde: um solo comum

Revista Kuruma'tá, 15 de dezembro de 201916 de dezembro de 2019

Este artigo pretende refletir sobre alguns aspectos da existência humana e da medicina que vão além dos muros do reducionismo biomédico e das paredes de um centro cirúrgico. Rever a história dos conceitos de saúde e de doença e buscar interfaces que se articulem com o universo das artes e de suas expressões. Mas não pretende exaurir o tema e nem tampouco chegar a certezas que dificultem o livre pensar. É somente um agregado de pensamentos, organizados como um ensaio teórico, com o objetivo de dar lógica a vínculos – talvez pouco evidentes – entre essas importantes dimensões da vida humana. [Artigo de Eduardo Macedo]

Continue a leitura...
A

Bichos na travessia

Revista Kuruma'tá, 13 de dezembro de 201914 de dezembro de 2019

Desde os sertões do Guimarães Rosa e a música do Milton Nascimento, a palavra travessia transformou-se num signo poético-cultural que remete ao planeta Minas de onde vem Ana Chiara. Planeta barroco onde o exagero e a contradição moderna formatam o ‘gosto exagerado pelo real mais erradio’. Sua ‘travessia de través’ é feita pelas ‘veredas abertas’. Como na odisseia sertaneja do Riobaldo, essa é também uma ‘viagem no tempo’, tipo pé-na-estrada dizendo que ‘nada será como antes/… Precisa-se de algum amor’. [Texto de Nonato Gurgel]

Continue a leitura...
A

A vida é tão possível, neném

Revista Kuruma'tá, 13 de dezembro de 201911 de março de 2021

Ela acha. Eu paro quando ouço seu nome. Paro e penso em como é bom estar perto. Já fingi até aqui. Já tentei. Só que não dá mais. Nem quero mais tentar. Agora eu paro – outra vez – porque tenho saudades. E a primeira palavra do meu contrato era não. Eu lembro. Se soubesses o quanto eu tentei cumprir o que escrevi […] Mas a cada vez que eu saía de casa e meu olhar cruzava com o seu, um papel daquele extenso documento – da última à primeira – se dissolvia no espaço-tempo. [Texto de Caru]

Continue a leitura...
A

História de dois livros

Revista Kuruma'tá, 12 de dezembro de 201912 de dezembro de 2019

Partir e deixar para trás… é o que dizem. Discos, livros, amigos, família. Nunca achei que fosse assim. Nunca me senti deixando o que, ou quem quer que fosse, para trás. As coisas, as pessoas, estavam simplesmente os seus lugares, em permanente estado de transformação e potência. Não havia uma espécie de espaço de animação suspensa onde tudo isso flutuasse. Estava lhes acontecendo, como a mim mesmo, a vida. [Texto de Toinho Castro]

Continue a leitura...
A

Escolha bem o que vai para o lixo

Revista Kuruma'tá, 2 de dezembro de 201930 de dezembro de 2019

Na área de serviço encontrou fácil o que precisava: sacos de lixo pretos dos grandes, flanelas, álcool gel, uma vassoura de pelo e pazinha. Tudo, menos a vassoura, foi acomodado num balde, e ainda com urgência – talvez mais – Elys atravessou de novo corredor e subiu as escadas. Entrou no quarto e fechou e trancou a porta. Como de costume, conferiu se a porta estava mesmo trancada virando bem devagar a maçaneta. Estava. Só então – como de costume – virou e olhou o quarto, o seu quarto, o mesmo de toda a sua vida, de todos os seus 29 anos. [Texto de Diego Franco Gonçales]

Continue a leitura...
A

Baú do Braulio: O Fantasma de Canterville

Revista Kuruma'tá, 30 de novembro de 201930 de dezembro de 2019

O livro de Wilde foi mais um golpe pesado na literatura gótica de velhos castelos, noites tempestuosas, maldições seculares, tragédias de famílias nobres, espectros penitentes que imploram perdão ou vingança. Surgindo no século 18, cem anos depois esse tipo de romance já merecia sátiras e paródias variadas. No século 20, os fantasmas bonzinhos acabaram se transformando num clichê tão consagrado quanto os fantasmas ameaçadores. [Texto de Braulio Tavares]

Continue a leitura...
  • Previous
  • 1
  • …
  • 47
  • 48
  • 49
  • …
  • 62
  • Next

A Kuruma'tá é uma publicação da Místico Solimões
e da Rede Afetiva de Culturas

©2026 | WordPress Theme by SuperbThemes