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Kuruma'tá | contra o desencanto

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Kuruma'tá | contra o desencanto

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“Olha pro céu, meu amor…”

Revista Kuruma'tá, 1 de junho de 20202 de junho de 2020

Com a chegada de junho se inicia o Ciclo Junino, independente de pandemia e quarentena. Hoje, 1º de junho, o mundo muda e se converte num vórtex, em que convergem Santo Antonio, São João e São Pedro. As grandes festas de rua estão canceladas, mas a festa interior é incontida. A festa interior ela acontece quando chega junho, sobretudo entre os nordestinos desse país. É uma coisa inscrita na pedra dos afetos, ou na madeira que queima nas fogueiras.

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Eu só quero um horizonte

Revista Kuruma'tá, 25 de maio de 202028 de julho de 2020

Por isso o direito fundamental: esperar. Mas esperar com horizonte à frente. E por isso o horizonte. Esse fundamento do humano. Um querer estar lá estando aqui. Uma força de passo à frente. O horizonte: essa presença visível de coisas não acontecidas. [Texto de Dênis Rubra]

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Sonhei com um mar que não era azul

Revista Kuruma'tá, 22 de maio de 202028 de julho de 2020

Eu tive um sonho noite passada. Era uma praia de águas esverdeadas. Quase deserta, como se fosse baixa temporada. Permanecia imóvel na faixa de areia, debaixo de um sol inclemente, observando as ondas se avolumando para além da arrebentação. Lá no fundo, havia uma pessoa. Não, não era possível ver o seu rosto. Mas eu sabia quem ela era, certamente. [Texto de Eduardo Frota]

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Oração a Nossa Senhora da Cloroquina

Revista Kuruma'tá, 20 de maio de 202010 de junho de 2020

Em meio à pandemia e à confusão de informações, conhecida popularmente como desinformação, a gente vai sendo jogado de um lado pra outro. Seguimos com nossas máscaras anti-Covid escondendo nossa cara de enganados, enquanto o número de infectados e mortos aumenta exponencialmente e o número de leitos diminui. Onde reside alguma luz nesse caminho escuro? Na arte, na poesia que enfrenta com poderosa ironia o domínio da violência! Bravo, Nonato! Bravo, poeta! [Poema de Nonato Gurgel]

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O rastro selvagem se espalha

Revista Kuruma'tá, 19 de maio de 202021 de maio de 2020

A gente sabe que Revista Kuruma’tá tá dando certo, existe de verdade quando chegam esses retornos inesperados. Gente que lê, que curte e compartilha nossas publicações, que acompanha nossas lives… quando a gente vê os números de seguidores aumentando nas mídias sociais, nos números animadores do Google Analytics. Mas também quando nos chega um e-mail, uma mensagem no Facebook ou Instagram, de alguém que se identificou a ponto de querer que a gente publique seus textos, seus poemas. Foi assim com Anna Apolinário, poeta da Paraíba, que nos enviou três poemas inéditos de sua lavra. [Poemas de Anna Apolinário]

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Diário do Edu Maciel

Revista Kuruma'tá, 18 de maio de 202021 de maio de 2020

Sim, é época de pandemia. Pandemia causada por um vírus. Perigoso. Muito perigoso. E com a pandemia, a necessidade de isolamento social. Com o tempo, as pessoas começam a estranhar o confinamento, a desnudar e virar do avesso relacionamentos, se readaptar em rotinas e por vezes se desanimam. [Texto de Eduardo Maciel]

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Pequeno Dicionário de Arquétipos de Massa: Cientista

Revista Kuruma'tá, 16 de maio de 202028 de julho de 2020

Na verdade, ele pensa rabiscando a lousa, os dedos e a blusa velha de lã totalmente cobertos de pó de giz, tudo é tão fácil de calcular. Ele só não pode perder o fio da memória, o raciocínio não pode nem por um momento descarrilar do trem do pensamento senão tudo se perde e será como aquela história, aquela anedota infelizmente real do poeta inglês Samuel Taylor Coleridge… [Texto de Fábio Fernandes}

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De onde eu vim não dá pra andar na rua

Revista Kuruma'tá, 14 de maio de 202014 de maio de 2020

Malditos portais dimensionais! Estão em toda parte… quem inventou essa moda? Vocês, do século 21, ficam aí reclamando que o trânsito é infernal… vocês precisam ver as soluções que inventaram e o caos que se instalou no nosso dia a dia. Primeiro foi o teletransporte, o sonho de todo mundo que assistia Star Trek. Não muito tempo depois da implementação em escala planetária de cabines para teletransporte, o sonho virou pesadelo. [Texto de Toinho Castro]

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Quando vai terminar?

Revista Kuruma'tá, 13 de maio de 202028 de julho de 2020

Por um tempo nos perguntávamos sobre quando começou. Se teria sido em 2013. Se teria sido em 2016. Ou se antes. Onde estávamos e o que fazíamos enquanto os pés do absurdo caminhavam lentamente até aqui? Mas “ah, como esta hora é velha!… E todas as naus partiram!”. Hoje, a voz que nos grita se pergunta à beira do precipício: quando vai terminar?! [Texto de Dênis Rubra]

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O rei nu

Revista Kuruma'tá, 12 de maio de 202011 de março de 2021

Quando eu era criança entrei numa livraria de um shopping na Barra da Tijuca – aquele bairro que fica no Rio de Janeiro, mas que jura que na verdade é uma parte perdida de Miami. Na época a gente morava em Campo Grande, bairro suburbano que não tinha nem filial do McDonald´s que dirá uma loja lotada de contos infantis. Ir à Barra, portanto, era um evento. [Texto de Tássia Hallais Veríssimo]

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A Kuruma'tá é uma publicação da Místico Solimões
e da Rede Afetiva de Culturas

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