A Jorge du Peixe canta Luiz Gonzaga Revista Kuruma'tá, 20 de setembro de 202120 de setembro de 2021 Texto de Aderaldo Luciano — O Nordeste continuaria existindo caso Luiz Gonzaga não tivesse aterrissado por lá há mais cem anos. Teria a mesma paisagem, os mesmos problemas. Seria o mesmo complexo de gentes e regiões. Comportaria os mesmos cenários de pedras e areias, plantas e rios, mares e florestas,… Continue a leitura...
A Hoje tem Delia Fischer Revista Kuruma'tá, 2 de julho de 20212 de julho de 2021 Texto de Toinho Castro Que coisa maravilhosa uma grande artista, ao piano, navegando pelas músicas que ela ama, que são de sua formação, do seu coração. É isso o disco novíssimo da Delia Fischer, intitulado, oportunamente, Hoje. Enfiados, que estamos, no meio dessa pandemia, muitos olham para o passado, que não… Continue a leitura...
A Dois anos dessa estranha melodia Revista Kuruma'tá, 7 de junho de 20217 de junho de 2021 Texto de Toinho Castro Quando, em fins de 2019, o Spotify me enviou aquela geral com as músicas que mais escutei naquele ano, todas as músicas do disco Estranha melodia, da Livia Nery, estavam entre as primeiras da lista. Em setembro eu tive a oportunidade de acompanhar de perto o querido… Continue a leitura...
A A aldeia, a água serenada, as estrelas e o zum zum zum, com Déa Trancoso Revista Kuruma'tá, 21 de maio de 202121 de maio de 2021 Texto de Aderaldo Luciano 1. Essa alma de Déa Trancoso é de sopro. A aragem de sua voz é o respiro. O tum tum tum do coração avança e retorna, ameaça e se acalma. Mundo difícil esse, mundo esquisito esse, mas o caminho desenhado por Déa não é cataclismático. Há… Continue a leitura...
A “Pra que a gente possa de novo beijar” — Marina Lima de disco novo! Revista Kuruma'tá, 13 de abril de 202114 de abril de 2021 Texto de Toinho Castro Marina Lima lançou disco novo, um EP com quatro faixas. Chama-se Motim, nome apropriado aos nossos dias. Tem também um songbook, Marina lima – Música e Letra, reunindo cifras e letras de todos os álbuns lançados desde o primeiro, Simples como fogo, de 1979, e que… Continue a leitura...
A Daqueles dias em que a vida da gente muda Revista Kuruma'tá, 10 de março de 202110 de março de 2021 Texto de Toinho Castro Tenho sonhado muito. Sempre fui de dormir e sonhar, e acordar no dia seguinte egresso de um mundo mirabolante. Nos meus sonhos encontro pessoas, visito mundos, escuto e conto histórias. Descubro passagens, vejo mares e realizo ou assisto prodígios se realizarem. Sempre fui assim e dormir sempre… Continue a leitura...
A Que bom que é pesado Revista Kuruma'tá, 10 de dezembro de 20203 de fevereiro de 2022 Gente, o negócio é o seguinte… Rock’n’roll! Disco novo, o segundo, da banda carioca Working Men. Eu falei banda carioca, parece até que isso é relevante. Sei lá, talvez seja, pensar no Rio de Janeiro como ponto de emissão do som dessa turma. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A Literal: Kika e seu disco-biblioteca! Revista Kuruma'tá, 19 de novembro de 20201 de dezembro de 2020 Lembro que na nossa família a gente tinha esse amigo, um violonista muito talentoso, muito sensível. Um artista nato, como se diz. Eu era criança mas lembro muito bem dele, de sua habilidade ao violão, que me impressionava a todos. Na época do vestibular ficamos todos surpresos, porque ele resolvera prestar exames para entrar em engenharia. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A Numa Ciro, a Flor Revista Kuruma'tá, 9 de novembro de 20209 de novembro de 2020 Numa Ciro é a flecha atravessando o sertão do cariri, remoendo as águas do Açude Velho de Campina Grande, desobedecendo as curvas e atalhos recifenses, caindo nua-lúcida-luminosa numa reunião ordinária da Academia Brasileira de Letras. O mofo acadêmico não suportará sua carga. A poeira da velhacaria desaparecerá em desabalada carreira frente seu sopro criador. [Texto de Aderaldo Luciano] Continue a leitura...
A A relva de Campina Revista Kuruma'tá, 7 de novembro de 202027 de novembro de 2020 Outro dia, tempos atrás, num mundo sem pandemia, Numa Ciro convidou a mim e minha companheira, Raquel, para assistirmos seu Cabaré Concreto. Isso foi o que? Uns três anos atrás, lá na Casa Rio, em Botafogo. O Cabaré Concreto em que Numa fazia releituras de canções, adaptava letras em temas instrumentais, provocava surpresa, emoção e nos cobria com o afeto de sua voz. Era uma espetáculo que fazia algo impossível de ser feito, resumir Numa Ciro. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...