A Primeiro capítulo, inédito, de uma ficção científica muito pouco pudica! Revista Kuruma'tá, 21 de outubro de 202227 de fevereiro de 2023 Para essa gente maior de idade, com muito amor envolvido A Kuruma’tá tem a alegria e o prazer (Ah, esses dois, quando estão juntos…) de publicar o primeiro capítulo, inédito, da novela de ficção científica Patópolis, que o jornalista e cineasta Eduardo Souza Lima, o Zé José, começou a escrever… Continue a leitura...
A Os marcianos de Mercúrio Revista Kuruma'tá, 9 de agosto de 20229 de agosto de 2022 Texto de Toinho Castro Os marcianos estão em toda parte. Estão em Mercúrio também, com suas plataformas e mãos sujas de sangue. Eles não se escondem no lado oculto do planeta. Na verdade não só não estão escondidos como se sentem bem à vontade, negociando escravos e planejando domínios no… Continue a leitura...
A Jandaíra quer ficar – Parte 3 Revista Kuruma'tá, 15 de dezembro de 20216 de janeiro de 2022 Uma fábula estranha de Toinho Castro — Leia Jandaíra quer ficar – Parte 1Leia Jandaíra quer ficar – Parte 2 De volta a praia, no dia seguinte, Jandaíra ergueu a urna com as cinzas de sua mãe na altura dos olhos, contra o cenário de céu azul e ondas quebrando na areia… Continue a leitura...
A Pequeno Dicionário de Arquétipos de Massa: O Mistério do Quarto Fechado Revista Kuruma'tá, 14 de junho de 202114 de junho de 2021 Texto de Fábio Fernandes Não foi possível fazer o download de um descompactador apropriado. (Erro=48x-200) Foi especificado um tipo de mídia inválido. (Erro=8200) Você lê atentamente a mensagem de erro no browser do seu computador. Mas não faz a menor idéia do que significa isso. Depois de dois dias com trabalho… Continue a leitura...
A Os circos do meu tempo Revista Kuruma'tá, 11 de junho de 202111 de junho de 2021 Texto de Toinho Castro No meu tempo os circos exibiam pedras trazidas de vários planetas em pequenas gaiolas, ao lado de fora da lona colorida, muitas vezes expostas ao sol. Havia pedras até mesmo de Júpiter, que é basicamente composto por gases. “Essas pedras flutuam, ou boiam, por assim dizer,… Continue a leitura...
A Rumo ao Planeta Azulado Revista Kuruma'tá, 27 de dezembro de 20208 de janeiro de 2021 É uma longa jornada até o Planeta Amarelo. De lá até o Planeta Azulado é mais um bom tempo de viagem, só que sem qualquer mundo habitado no caminho. A nave é precária e eles não podem confiar completamente nos instrumentos que enfeitam os painéis. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A Nadando com meu peixe predileto Revista Kuruma'tá, 20 de dezembro de 20208 de janeiro de 2021 Meu peixe predileto me leva bem perto do vulcão submarino, e bem perto do abismo do fundo mar e me fala baixinho, no ouvido: “Lá embaixo estão as fundações da terra”. E fugimos como quem foge do medo mais terrível, e nadamos sozinhos, rindo, perto daquela praia cheia de gente que não nos entende. E se eles soubessem que eu estou ali, nadando com o meu peixe predileto comentariam que “isso não é possível… e as leis?! E o congresso!?… [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A O emissário Revista Kuruma'tá, 18 de dezembro de 20208 de janeiro de 2021 Da argentina chegam-nos inequívocos sinais da presença, entre nós, de alienígenas de outro planeta com seus corpos translúcidos e naves de brilho esverdeado. Nas noites sem Lua o Emissário vagueia ruas afora, levando a mensagem aos terráqueos. Algum bêbado já o encontrou, escutou a mensagem e partiu para nunca mais ser visto. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A The way love used to be Revista Kuruma'tá, 12 de novembro de 20201 de dezembro de 2020 Uma fábula de viagens. Um encontro e um caminho perdido. Perdido mesmo? Ou somente uma outra rota dentre as rotas possíveis, dentre os mundos possíveis, abstratos ou não, que colocam adiante quando duas pessoas se encontram? Uma noite, um carro, músicas no CD player. A cada esquina a dúvida e a certeza se embaralhando numa jornada rumo ao desconhecido, ou a algo que já sabemos, já mesmo ansiamos?! “I know a place to far from here…” [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A Uma cidade assombrada Revista Kuruma'tá, 1 de novembro de 20201 de novembro de 2020 Pense numa cidade assombrada! Recife é assim, cheia de almas penando por aí. Casas assombradas não faltam… sobrados velhos abandonados. Abandonados de gentes, mas finamente habitados pela mais alta linhagem de fantasmas nordestinos. Noite na rua Velha, extensão da ponte Velha, que leva até o Largo de Santa Cruz, onde tem a Igreja. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...