A João lê Trevisan, leitor de Curitiba Revista Kuruma'tá, 7 de maio de 202020 de maio de 2020 Em tempos de isolamento, nada mais pertinente do que falar de um autor que vive recluso, isolado, a metáfora do isolamento como criação e resistência: Dalton Trevisan, o vampiro de Curitiba. Lido como um dos principais escritores do nosso cânone moderno, detentor do prêmio Camões, ele completa 95 anos no próximo mês de Junho e lê o escritor como um ‘vampiro de almas’.[Texto de Nonato Gurgel] Continue a leitura...
A Magrinho Revista Kuruma'tá, 6 de maio de 202028 de julho de 2020 Hoje é dia de gente nova chegando na Revista Kuruma’tá! Trazido até aqui pela mão da amiga e colaboradora Maria Cristina Martins, Cadu Marconi é historiador, palpiteiro e músico, não necessariamente nessa ordem. Mas o que ele é mesmo é um escritor de mão cheia, com uma prosa ágil e provocadora. Bom demais, gente! Seja bem-vindo à Kuruma’tá! [Texto de Cadu Marconi] Continue a leitura...
A Pequeno Dicionário de Arquétipos de Massa: Mutantes Revista Kuruma'tá, 28 de março de 202028 de março de 2020 Rafael deixou o cabelo crescer até as costas, raspou tudo, furou orelhas, nariz e sobrancelha, usou malha canelada, camisa larga de mangas compridas, ouviu rap, reggae, techno, drum’n’bass, trip hop, electro. Rafael não é uma pessoa volúvel: é apenas um típico habitante de seu tempo… [Texto de Fábio fernandes] Continue a leitura...
A De ouvido nas perifas Revista Kuruma'tá, 10 de março de 202026 de março de 2020 Nas trilhas das identidades, no território das margens (2019) é o título do livro organizado pelo professor, poeta e compositor Idemburgo Frazão, em parceria com a professora Patrícia Rangel. O livro é fruto da produção cultural desenvolvida pela dupla de pesquisadores do grupo Margens da Literatura, UNIGRANRIO, Duque de Caxias-RJ. [Texto de Nonato Gurgel] Continue a leitura...
A Sonete-se! Revista Kuruma'tá, 9 de março de 202028 de julho de 2020 Finalmente chegou o momento de pagar aquela dívida antiga, lembram? De eu contar pra vocês um pouco mais a respeito do meu projeto envolvendo esse intrigante e apaixonante tipo poético chamado soneto? [Texto de Eduardo Maciel] Continue a leitura...
A Para ler: Viagem ao centro da Terra, de Júlio Verne Revista Kuruma'tá, 5 de março de 20206 de março de 2020 Hoje trazemos uma colaboração do amigo Joelson Pranto, comentando esse clássico absoluto de Júlio Verne, Viagem ao centro da Terra. Alguns dirão que não há novidade alguma nesse livro… E certamente é um livro sobre o qual muito já se disse e a edição comentada nem é mesmo uma novidade também. Ainda assim é sempre bom lembrar de livros assim. Até porque é uma obra que está naquela classe de livros que são tão enraizados na cultura que muita gente acha que leu sem ter lido. Aproveite que essa edição ainda pode ser encontrada nas livrarias. Se já leu, leia novamente. Leia com seus filhos. [Texto de Joelson Pranto] Continue a leitura...
A Pequeno Dicionário de Arquétipos de Massa: O Viajante do Tempo Revista Kuruma'tá, 2 de março de 20204 de março de 2020 Quando criança, ouvia os discos de 78 rotações do pai e sonhava com um tempo que não conhecera, mas que sem dúvida era melhor do que aquela infância insossa no quintal de terra batida cheio de árvores frutíferas e mil brincadeiras. Para o Viajante, tempo bom era o de seus pais. [Texto de Fábio Fernandes] Continue a leitura...
A O Bruxo não para Revista Kuruma'tá, 28 de fevereiro de 20204 de março de 2020 A fortuna crítica de Machado de Assis é extensa e não para de crescer. Hoje mesmo, nas redes sociais, o prof. e poeta Antonio Carlos Secchin cita o 1o vol (1908-1939) da fortuna do Bruxo do Cosme Velho, e apresenta um 2o vol a partir de 1939. Composta de romance, conto, ensaio, teatro, crítica, crônica, jornalismo e poesia, a bibliografia do Bruxo dialoga com as chamadas altas literaturas, com o cânone literário ocidental. [Texto de Nonato Gurgel] Continue a leitura...
A Elegeram Daniel rei | Parte III Revista Kuruma'tá, 20 de fevereiro de 202028 de julho de 2020 Inchava bem onde o indicador encontra a palma da mão. Enquanto o inspetor inspecionava o local, Lezinho o observou tão de perto que sentiu alguma coisa que podia ser medo ou carinho. Dava para ver que os fios de cabelo penteados para trás rareavam, e aqui e ali já se via a pele do topo da cabeça do inspetor. Dava para sentir o cheiro de álcool do desodorante. O menino teve vontade de contar tudo. {Texto de Diego Franco Gonçales] Continue a leitura...
A Elegeram Daniel rei | Parte II Revista Kuruma'tá, 13 de fevereiro de 202029 de julho de 2020 Ao seu lado, o inspetor penteando compulsivamente para trás os cabelos; à sua frente, mas de costas, a professora de artes engolindo um copo de água com açúcar. A sala da direção era um cômodo pelado: uma mesa com papéis da diretora (cujo expediente começava depois do almoço), duas cadeiras onde alunos encrencados sentavam-se ao lado de mães envergonhadas ou, raramente, de pais desnorteados, um sofá de canto e nada mais. O cheiro das bitucas de Palace provindas dos dois maços diários da diretora era a única decoração por ali. [Texto de Diego Franco Gonçales] Continue a leitura...