A De ouvido nas perifas Revista Kuruma'tá, 10 de março de 202026 de março de 2020 Nas trilhas das identidades, no território das margens (2019) é o título do livro organizado pelo professor, poeta e compositor Idemburgo Frazão, em parceria com a professora Patrícia Rangel. O livro é fruto da produção cultural desenvolvida pela dupla de pesquisadores do grupo Margens da Literatura, UNIGRANRIO, Duque de Caxias-RJ. [Texto de Nonato Gurgel] Continue a leitura...
A Sonete-se! Revista Kuruma'tá, 9 de março de 202028 de julho de 2020 Finalmente chegou o momento de pagar aquela dívida antiga, lembram? De eu contar pra vocês um pouco mais a respeito do meu projeto envolvendo esse intrigante e apaixonante tipo poético chamado soneto? [Texto de Eduardo Maciel] Continue a leitura...
A Para ler: Viagem ao centro da Terra, de Júlio Verne Revista Kuruma'tá, 5 de março de 20206 de março de 2020 Hoje trazemos uma colaboração do amigo Joelson Pranto, comentando esse clássico absoluto de Júlio Verne, Viagem ao centro da Terra. Alguns dirão que não há novidade alguma nesse livro… E certamente é um livro sobre o qual muito já se disse e a edição comentada nem é mesmo uma novidade também. Ainda assim é sempre bom lembrar de livros assim. Até porque é uma obra que está naquela classe de livros que são tão enraizados na cultura que muita gente acha que leu sem ter lido. Aproveite que essa edição ainda pode ser encontrada nas livrarias. Se já leu, leia novamente. Leia com seus filhos. [Texto de Joelson Pranto] Continue a leitura...
A O Bruxo não para Revista Kuruma'tá, 28 de fevereiro de 20204 de março de 2020 A fortuna crítica de Machado de Assis é extensa e não para de crescer. Hoje mesmo, nas redes sociais, o prof. e poeta Antonio Carlos Secchin cita o 1o vol (1908-1939) da fortuna do Bruxo do Cosme Velho, e apresenta um 2o vol a partir de 1939. Composta de romance, conto, ensaio, teatro, crítica, crônica, jornalismo e poesia, a bibliografia do Bruxo dialoga com as chamadas altas literaturas, com o cânone literário ocidental. [Texto de Nonato Gurgel] Continue a leitura...
A Manifesto pela literatura Revista Kuruma'tá, 10 de fevereiro de 202029 de julho de 2020 Queiram todos admitir ou não, vivemos tempos bastante sombrios não apenas naquele Estado, mas em todo o Brasil. Estamos acompanhando inertes os atos de tortura à nossa democracia, onde a imprensa é imprensada, onde se permite desmatar florestas, onde se quer armar cidadãos de bem, onde se desrespeita o direito indígena, tão crucial para que se mantenha a base de nossa identidade. Isso sem mencionar cortes em medicamentos para a população doente, sucateamento de seculares instituições de ensino, de desmerecimento das artes e vampirização de seus operários. [Texto de Eduardo Maciel] Continue a leitura...
A Aos que resistem [Poemas do livro Ovos de ferro] Revista Kuruma'tá, 29 de janeiro de 202011 de março de 2021 É uma alegria publicar na Kuruma’tá a poesia de Maria Cristina Martins. Somos amigos há muito tempo e por conta dos desvios e desvãos da tal da vida, ou das vidas, tantas vidas, paralelas, cruzadas, entrecortadas, que vivemos, acabei por perder de vista o lançamento do seu livro Ovos de ferro, no cada vez mais distante ano da graça de 2016. Sem dramas! Eis aqui a poesia de Maria Cristina, poesia que resiste com voz ativa, poesia que dá vontade de ler em voz alta e cabeça erguida, da janela do quarto para o mundo. [Poemas de Maria Cristina Martins] Continue a leitura...
A Ninguém precisa mesmo acreditar Revista Kuruma'tá, 14 de janeiro de 202014 de janeiro de 2020 Juan Pablo Villalobos é um escritor mexicano contemporâneo que já conquistou, além do meu coração, algum espaço no mundo agressivamente competitivo do comércio de papel pintado contendo histórias. No mundo editorial, um lugar nas prateleiras, um lugar ao sol; mesmo espremido entre um milhão de títulos, algum espaço, uma obra em andamento, distribuída pelo mundo, crescente. [Texto de Terêncio Porto] Continue a leitura...
A Baú do Braulio: “Grande Sertão: Veredas” em cordel Revista Kuruma'tá, 8 de janeiro de 20201 de agosto de 2020 O romance Grande Sertão: Veredas (1956), de Guimarães Rosa, já teve adaptações para o cinema (pelos irmãos Santos Pereira), para a televisão (por Walter Avancini), para o teatro (por Bia Lessa) e certamente teve muitas outras – estou citando apenas as primeiras que me vêm à memória. E tem cordelização do Grande Sertão, por Edmilson Santini. [Texto de Braulio Tavares] Continue a leitura...
A Esaú e Jacó: o outro, o leitor Revista Kuruma'tá, 7 de janeiro de 20208 de janeiro de 2020 É no Catete onde mora Aires – o ex-ministro aposentado que oferece almoços (repletos de salmão e ofícios), para os gêmeos Pedro e Paulo e a bela Flora. É também no Catete onde termina o Conselheiro ‘apalpando a botoeira, onde viçava a mesma flor eterna.’ [Texto de Nonato Gurgel] Continue a leitura...
A Sofrimento infinito tardio Revista Kuruma'tá, 25 de dezembro de 201930 de dezembro de 2019 Os dois últimos livros que li foram GRAÇA INFINITA e O VERÃO TARDIO. Este ensaio contém spoilers, e espero que não interesse somente a quem leu esses dois livros porque é um recorte específico demais, que limitaria seu público a uma dúzia de pessoas ou sei lá. Em princípio, não há nenhuma relação direta entre as duas obras a não ser o fato de que as li na sequência. [Texto de terêncio Porto] Continue a leitura...