A Rio Grande do Norte representado na poesia de Wagner Cortês Revista Kuruma'tá, 7 de novembro de 20227 de novembro de 2022 Wagner Cortês é mais um poeta que nos chega pela nossa Chamada para Publicação. A muito nos orgulha a qualidade do trabalho que está inundando nosso inbox. Direto da cidade de Carnaúba dos Dantas, onde vive, no Rio Grande do Norte, Wagner nos brinda com sua poética que nos chama… Continue a leitura...
A Quatro poemas do Sertão Novo Revista Kuruma'tá, 24 de maio de 20222 de junho de 2022 Wellington Silva é professor da rede pública, músico e mestre em Ecologia Humana. Publicou livros de ficção e de ensaios. Publicou-se dezenas artigos acadêmicos em revistas especializadas. A convite contribui à equipe editorial da Revista Utsanga — Rivista di critica e linguaggi di ricerca. Fundou as Edições Parresia em 2019. Continue a leitura...
A Financiamento coletivo: A fonte dos relâmpagos, de Braulio Tavares Revista Kuruma'tá, 26 de agosto de 202126 de agosto de 2021 Texto de Revista Kuruma’tá E o financiamento coletivo é o caminho da gente pra por nas ruas, nas estantes, nas praças e vitrolas os projetos que a gente acredita! Cultura no Brasil, cada vez mais tem que sair do povo, da vontade e da iniciativa das pessoas que acreditam nela…. Continue a leitura...
A Mainha Revista Kuruma'tá, 15 de dezembro de 202011 de março de 2021 A tristeza de dentro. O olhar longe, querendo buscar alguma coisa no meio do sol e da terra. A busca do aconchego da sua casa. A família. Os costumes. A mania de pendurar coisa na parede. Foto. Santo. Reza. Terço. Cruz. [Texto de CARU] Continue a leitura...
A O Luiz Gonzaga que eu vi Revista Kuruma'tá, 13 de dezembro de 20203 de fevereiro de 2022 Cruzei caminhos com Luiz Gonzaga duas vezes. Certa vez, quando criança, passeava no Aeroporto dos Guararapes com minha mãe, passeio de domingo, lanche no Café Palheta e aviões subindo e descendo, carregados de gentes e histórias. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A O sertão de Pombal, terra das terras Revista Kuruma'tá, 6 de fevereiro de 202029 de julho de 2020 Pelo rio, embora assoreado e habitado pelas gigogas e outras plantas, assenta-se o verde em suas margens, banha-se a verde vida nos meninos imberbes nele mergulhando. O céu é profundamente azul, pelo dia, e profusamente estrelado, durante a noite. Nos intervalos do dia, na aurora, e da noite, no entardecer, o sangue do sol pintará seus desesperos. [Texto de Aderaldo Luciano] Continue a leitura...
A Loucura e magia no Sertão do Cariri com Júnior Cordeiro Revista Kuruma'tá, 23 de janeiro de 202023 de janeiro de 2020 Uma vez eu sentei no batente lá de casa, de noite. Olhei para o céu e senti uma vontade de morrer, só para saber como é do outro lado da porta da Vida. Nesse tempo, muito jovem ainda, imaginava que a vida era um sonho e cada um sonhava a sua. Logo, a Vida seria uma biblioteca de sonhos, um apanhado onírico, uma sinfonia de onde, a qualquer momento, seríamos resgatados. E esse resgate deveria ser, naquele tempo, para mim, a Morte, o despertar. [Texto de Aderaldo Luciano} Continue a leitura...
A Baú do Braulio: “Grande Sertão: Veredas” em cordel Revista Kuruma'tá, 8 de janeiro de 20201 de agosto de 2020 O romance Grande Sertão: Veredas (1956), de Guimarães Rosa, já teve adaptações para o cinema (pelos irmãos Santos Pereira), para a televisão (por Walter Avancini), para o teatro (por Bia Lessa) e certamente teve muitas outras – estou citando apenas as primeiras que me vêm à memória. E tem cordelização do Grande Sertão, por Edmilson Santini. [Texto de Braulio Tavares] Continue a leitura...
A Escorpião Sob o Signo da Seca Revista Kuruma'tá, 27 de outubro de 201928 de julho de 2020 Neste dia 27 de outubro o poeta Nonato Gurgel aponta sua pena para o Nordeste, para a Seca, para os sonhos possíveis e os sonhos desfeitos. A literatura, a política, meios de transformar o mundo. Dois aniversariantes no dia de hoje. Duas celas. Duas obras. O Brasil. Obrigado, Nonato. Que poema lindo. Continue a leitura...
A Marília Parente: um petardo e um sopro Revista Kuruma'tá, 10 de outubro de 201930 de dezembro de 2019 O disco (e eu queria perguntar aos mais agressivos se ainda se pode nominar de disco o edifício musical dos trabalhos dispostos nas plataformas digitais), continuando, o álbum (e repito aquela mesma pergunta) Meu céu, meu ar, meu chão e seus cacos de vidro, disposto nos alfarrábios do Spotify, onde o escuto há dias, repetidamente, foi disponibilizado aos mortais em setembro. [Texto de Aderaldo Luciano] Continue a leitura...