Skip to content

Kuruma'tá | contra o desencanto

  • Sobre KURUMA’TÁ
  • REDE AFETIVA DE CULTURAS
    • Aguaceiro
    • revista cassandra
    • Fazia Poesia
    • Macabéa Edições
    • Na ponta da Agulha
    • NC Curadorias
    • Editora Patuá
    • Revista Sucuru
    • Taioba Publicações
    • Revista Tamarina
    • Toma Aí Um Poema
    • Revista Toró

Kuruma'tá | contra o desencanto

Categoria: A

A

Pequeno Dicionário de Arquétipos de Massa: A Biblioteca Universal

Revista Kuruma'tá, 18 de outubro de 20191 de novembro de 2019

A Revista Kuruma’tá apresenta a série Pequeno Dicionário de Arquétipos de Massa, do escritor e tradutor Fábio Fernandes! Alegria pra gente é ver gente boa alinhando com a Revista Kuruma’tá, chegando junto, acreditando. E agora chega com a gente mais um grande nome da literatura de ficção científica brasileira e fantasia: Fábio Fernandes! Autor de livros publicados no Brasil e exterior, como a coletânea de contos Interface com Vampiro e os romances Os Dias da Peste e Back in the USSR, Fábio também é tradutor de maravilhas como Laranja Mecânica, O Homem do Castelo Alto e Belas Maldições.

Continue a leitura...
A

As origens do Coringa não estão nos quadrinhos

Revista Kuruma'tá, 17 de outubro de 201930 de dezembro de 2019

Nunca fui fã das histórias em quadrinho de super-heróis e, por conseguinte, de suas adaptações para a tela grande. Em grande parte, meu descontentamento vem do maniqueísmo de cartilha que impede a construção mais aprofundada do comportamento tanto dos heróis quanto dos vilões. Comumente, o bem e o mal precisam de estereótipos para sustentar a simpatia e a antipatia do leitor – ou espectador – para que as revistas – ou filmes – rendam alguns trocados. [Texto de Eduardo Frota]

Continue a leitura...
A

A intimidade da dedicatória

Revista Kuruma'tá, 16 de outubro de 201930 de dezembro de 2019

Havia nesse livro que eu peguei com o Olivar uma dedicatória linda. Escrita com letra delicada, caneta de ponta porosa, preta, e adornada com desenhos que evocam a história contida no livro, a dedicatória é endereçada a um casal, familiares de quem a escreveu. Na mesma hora me animei a escrever um texto sobre essa dedicatória para a Revista Kuruma’tá. Na mesma hora pensei em fotografar o livro, a caligrafia cursiva e flagrar aquela gentileza, possivelmente carregada de amor. [Texto de Toinho Castro]

Continue a leitura...
A

Cidade do caos | Parte II

Revista Kuruma'tá, 15 de outubro de 201925 de outubro de 2019

Num misto de curiosidade e caridade, abraçando as bisnagas como se fossem seus filhos, Maria Luiza se aproximou do grupo. Sofreu algumas cotoveladas, mas conseguiu chegar à margem do rio. O que viu ali ficaria com ela para sempre em seus pesadelos, até a noite em que morreria cercada pelos netos ainda não nascidos, num casebre não muito maior que aquele que habitava. [Noveleta de Octavio Aragão]

Continue a leitura...
A

Marília Parente: um petardo e um sopro

Revista Kuruma'tá, 10 de outubro de 201930 de dezembro de 2019

O disco (e eu queria perguntar aos mais agressivos se ainda se pode nominar de disco o edifício musical dos trabalhos dispostos nas plataformas digitais), continuando, o álbum (e repito aquela mesma pergunta) Meu céu, meu ar, meu chão e seus cacos de vidro, disposto nos alfarrábios do Spotify, onde o escuto há dias, repetidamente, foi disponibilizado aos mortais em setembro. [Texto de Aderaldo Luciano]

Continue a leitura...
A

Midsommar

Revista Kuruma'tá, 9 de outubro de 201930 de dezembro de 2019

O argumento é brilhante, ainda mais se tratando de um diretor estadunidense: estudantes de antropologia viajam até uma vila longínqua na Suécia para participar de um festival em homenagem ao solstício de verão. A namorada de um deles, que não tem na “bagagem” referências como o estruturalismo, as manifestações totêmicas ou o determinismo é a protagonista que encaminha toda a linha narrativa. Psicóloga de formação, viaja abalada por uma tragédia pessoal.

Continue a leitura...
A

Cidade do caos | Parte I

Revista Kuruma'tá, 8 de outubro de 201925 de outubro de 2019

Hoje, na Revista Kuruma’tá, temos a honra e alegria de receber um trabalho de Octavio Aragão, bravo escritor com três romances e inúmeros contos, publiocados em diversos países, e criador do inventivo projeto Intempol. Octavio nos chega com o inédito Cidade do Caos, um conto em quatro partes, escrito em 2017 e simplesmente atual e necessário nesse 2019 que se encaminha para o fim. Eu e Octavio, em 2010, sob os auspícios da de Elisa Ventura, da Blooks Livraria, engendramos o SpaceBlooks, um encontro das feras da Ficção Científica no Brasil. E o Brasil do jeito que tá pede mais encontros, mais contos como o de Octavio! Que venham! E agora, com vocês, a primeira parte de Cidade do Caos, de Octavio Aragão! Seja muito bem-vindo à Kuruma’tá!

Continue a leitura...
A

Baú do Braulio: A matéria dos sonhos

Revista Kuruma'tá, 4 de outubro de 201930 de dezembro de 2019

Jorge Luis Borges fala, em seu conto “Tlön, Uqbar, Orbis Tertius”, de um planeta fantástico em que as coisas são criadas pelo pensamento. Por exemplo: Fulano perde uma caneta no escritório e pede aos colegas que a procurem. Depois, percebe que tinha deixado a caneta em casa, mas esquece de avisar. Um dos amigos, movido pela expectativa de que a caneta está no escritório, encontra-a e entrega ao dono, que agora tem duas canetas idênticas. [Texto de Braulio Tavares]

Continue a leitura...
A

VIXE | A poesia e o desenho de Marrisson

Revista Kuruma'tá, 2 de outubro de 201930 de dezembro de 2019

Você tá em casa, de bobeira, aí, de repente, recebe uma mensagem do além. Ok, não do além, mas do desconhecido. [Poemas e desenhos de Marrisson]Alguém que não é seu amigo está te enviando uma mensagem via Facebook. Clico para conferir e dou de cara com Marrisson, que, recomendado pelo amigo, poeta e colaborador Márcio Fabiano, veio perscrutar as águas da Kuruma’tá e fazer essa oferta dos seus versos e desenhos, pra gente publicar.

Continue a leitura...
A

Deixa o sal limpar | As estranhas melodias de Livia Nery

Revista Kuruma'tá, 1 de outubro de 20197 de junho de 2021

O Festival Levada trouxe uma brisa fresca e poderosa para o Rio de Janeiro nos últimos meses de agosto e setembro. Vento bom, de gente nova e cheia de energia e talento. Frequentar os shows do Levada foi uma renovação de fé, que pega aquela velha conversa de que a música brasileira está acabada e joga no lixo. O Levada mostra que a música brasileira está viva, inventiva e vibrante. Dentre as surpresas que me reservou o festival encontrei a Livia Nery. [Texto de Toinho Castro]

Continue a leitura...
  • Previous
  • 1
  • …
  • 51
  • 52
  • 53
  • …
  • 62
  • Next

A Kuruma'tá é uma publicação da Místico Solimões
e da Rede Afetiva de Culturas

©2026 | WordPress Theme by SuperbThemes