A Sad trip, de Raquel Campos — Poemas selecionados Revista Kuruma'tá, 26 de janeiro de 202326 de janeiro de 2023 Hoje, na Kuruma’tá, a poesia da brasiliense Raquel Campos. E começamos traçando uma conexão importante. Raquel tem na poesia concreta dos irmãos Augusto e Haroldo de Campos e Décio Pignatari uma grande influência no seu trabalho. Neta de Augusto, suas leituras desde cedo percorreram as trilhas a que conduziu a experiência concreta, além de Augusto dos Anjos, Fernando Pessoa e Cesário Verde! Continue a leitura...
A Independência Poética: Dejanira Rainha Santos Melo Revista Kuruma'tá, 24 de janeiro de 202323 de janeiro de 2023 Independência Poética é uma série de entrevistas realizadas por LORENA LACERDA Poeta de hoje: Dejanira Rainha Santos Melo Meu nome é Dejanira Rainha Santos Melo, sou mulher negra nascida em Periperi, bairro do Subúrbio de Salvador. Sou filha de um homem negro retinto que era carpinteiro, marceneiro e estofador: Aguinaldo Alves… Continue a leitura...
A A orfandade das fotos Revista Kuruma'tá, 23 de janeiro de 202323 de janeiro de 2023 Crônica de Joaquim Cesário de Mello — Temo o triste destino das minhas fotos. Daquele menino de ondulados cabelos ainda louros salpicados de laquê, posando com um olhar distante como quem assustado olha além da infância. Só eu sei daquele menino e de suas confidências e de todos seus esconderijos e mistérios. Só eu sei e ninguém mais. O que será dele naquele retrato quando eu não mais viver? Morrerá o menino comigo, restando a foto que nenhuma pessoa mais olhará Continue a leitura...
A No futuro, Crosby morre Revista Kuruma'tá, 21 de janeiro de 202321 de janeiro de 2023 Texto de Toinho Castro — Eu e Roberval costumávamos ouvir David Crosby , naqueles discos, Crosby, Stills & Nash e Déjà vú, esse com Neil Young. Era essa coisa meio hippie que a gente adorava. Lembro que assistimos, não sei se juntos ou separadamente, Woodstock no Teatro do Parque, numa sessão épica. Crosby morre e é disso que recordo. Continue a leitura...
A Independência Poética: Lorena Ribeiro Revista Kuruma'tá, 17 de janeiro de 202317 de janeiro de 2023 Independência Poética é uma série de entrevistas realizadas por LORENA LACERDA Poeta de hoje: Lorena Ribeiro Lorena Ribeiro é soteropolitana, graduada em Letras Vernáculas pela Universidade do Estado da Bahia e doutoranda em Língua e Cultura pela Universidade Federal da Bahia. Escritora, produz poesias, contos e literatura infantil. É idealizadora do… Continue a leitura...
A O Rei no Café Palheta Revista Kuruma'tá, 14 de janeiro de 202315 de janeiro de 2023 Texto de Toinho Castro — Agora que Pelé se foi e já teve tudo quando era notícia, depoimento, frases soltas, entrevistas, artigos, curiosidades, eu posso escrever esse pequeno texto sobre meu encontro com o Rei do Futebol. Continue a leitura...
A A promessa Revista Kuruma'tá, 13 de janeiro de 202313 de janeiro de 2023 Bem-vindo à Kuruma’tá, Fábio Gonçalves, com esse texto delicioso, que fala de fé, de resistência, ou será teimosia? Crônica da vida miúda que se agiganta quando olhada de perto. Vem de Minas, esse sopro. Texto de Fábio Gonçalves Era festa de Santos Reis no pequeno distrito de Água Boa, lugarzinho… Continue a leitura...
A Invidea Revista Kuruma'tá, 10 de janeiro de 20239 de janeiro de 2023 Texto de Ana Egito — O que o espelho não diz, fica grudado no aço, morto por dentro, envenenado e sarcástico, revela-se ao passar do tempo, bem depois de deposto o rei de seu posto, qual rainha mesmo que cautelosa, não entregou segredos, desgostos, em cartas perfumadas e loucas? Continue a leitura...
A Independência Poética: Mariana Madelinn Revista Kuruma'tá, 10 de janeiro de 202310 de janeiro de 2023 Independência Poética é uma série de entrevistas realizadas por LORENA LACERDA Poeta de hoje: Mariana Madelinn Poeta, escritora de ficção especulativa, baiana com orgulho e bacharel em Direito. Desde 2009 publica poesias na internet. A partir de 2018 começou a publicar de maneira independente na Amazon, tendo participações em antologias nas… Continue a leitura...
A Quatro mulheres e o cordel Revista Kuruma'tá, 9 de janeiro de 20239 de janeiro de 2023 O cordel, desde junho de 2020, observou uma mudança radical em seu território. Naquele mês, por conta de um malfadado incidente, caso que revelou para o Brasil todo o arsenal machista, misógino, patriarcal, nasceria o Movimento do Cordel Sem Machismo. Coletivos se articularam, cordelarias surgiram, as mulheres escreveram com sua dor a marca revolucionária da poesia. São Paulo conseguiu, com seus diversos coletivos, plantar a bandeira mais alta no sudeste. A seguir, quatro mulheres fazendo o cordel na pauliceia, sem desvarios. Continue a leitura...