A Sobre o livro Não queria bonecas Gostava de flores, de Tays Melo Revista Kuruma'tá, 21 de julho de 202221 de julho de 2022 Que prosa boa a de Tays Melo, que prosa forte. Esse texto pequeno é pra dizer do seu livro, Não queria bonecas, gostava de flores, trabalho selecionado no Prêmio Literário Lúcia Giovana, da Secretaria de Cultura da Prefeitura de Areia, na Paraíba, via Lei Aldir Blanc. E viva a Lei Aldir Blanc. Continue a leitura...
A As manhãs e andanças do poeta Lucas Carneiro Revista Kuruma'tá, 21 de julho de 202221 de julho de 2022 Do inbox mágico da Kuruma’tá, nos chegam os poemas do poeta baiano, de Alagoinhas, Lucas Carneiro. Sempre uma alegria ver que a poesia resiste firme nesse país que precisa valorizar mais o fazer poético. O trabalho de Lucas reafirma a qualidade e diversidade dessa poesia que se faz em todo… Continue a leitura...
A Poemas de Tayline N Revista Kuruma'tá, 18 de julho de 202218 de julho de 2022 Tayline Nunes tem 24 anos e é Curitibana. Gosta de ler e escrever. Por volta dos 10 anos de idade começou a discorrer textos. Escrevia para se libertar. Sempre deixou ocultas suas redações, até que nesse ano criou coragem para apresentar seus trabalhos para as pessoas próximas. E agora trouxe… Continue a leitura...
A Potengi Revista Kuruma'tá, 16 de julho de 202218 de março de 2026 Texto de Toinho Castro — A palavra Potengi significa Rio de Camarão. É também o nome do rio que corta a cidade de Natal, onde nasci e onde estou agora, passando uns dias para visitar minha mãe. Potengi, palavra, sonora, deliciosa de se falar, legado sinuoso do indígenas, habitantes primordiais dessas terras… Continue a leitura...
A Ela não sabe que existe o Pinterest. Poderia colecionar imagens de nuvens Revista Kuruma'tá, 13 de julho de 202213 de julho de 2022 Vento de ligeiro frio. Todos sentem igual. Nada pode com o vento. O acumulo de ar beneficia as pedras, as plantas, seres que habitam. Tudo agora é qualquer coisa. — Texto de Salma Soria Continue a leitura...
A Poemas de Três línguas, livro de Verônica Ramalho Revista Kuruma'tá, 8 de julho de 20228 de julho de 2022 Que Verônica Ramalho e sua poesia inventiva, que brinca e desafia e transcende a língua , sejam muito bem-vindas às águas da Kuruma’tá! Alegria grande ler esses poemas, bons de ler em voz alta. Esses versos me lembraram um verso de outro poeta, Caetano Veloso, em sua canção Língua: Gosto… Continue a leitura...
A A poesia de Árion Lucas Revista Kuruma'tá, 1 de julho de 20221 de julho de 2022 Bem-vindo, Árion, às páginas da Revista Kuruma’tá, com sua poesia das boas, dessas que nos assaltam de surpresa. “que susto!”… que verso bom demais pra começar um poema, pra começar a vida, para saudar os encontros! Bora ler logo Árion! lanterna que susto!um macacoesfomeadodescendosubindo ocipó sozinhono meio daencruzilhadaa galinhaolhos vermelhosdebaixoda… Continue a leitura...
A Tempo sem cruz | Poemas de Flora Miguel Revista Kuruma'tá, 29 de junho de 20221 de julho de 2022 Conexões maravilhosas. De São Paulo, onde passava uns dias, meu amigo Jorge LZ me fez essa ponte generosa com a poeta Flora Miguel, e com sua poesia. Hoje a Kuruma’tá publica, com alegria, cinco poema do livro Tempo sem cruz, que Flora lançou recentemente, pela Editora Primata. Continue a leitura...
A Este é o meu tio: Alfredinho Bip Bip Revista Kuruma'tá, 24 de junho de 202224 de junho de 2022 Texto lindo, comovente, de Franklin Mello, sobrinho/filho do mestre Alfredinho Bip Bip. Para quem é de fora e por acaso não conheça a história de Alfredinho, saiba, entre tantas coisas e gestos de sua história, ele “comandou” com leveza o boteco mais afetivo desse meu Rio de Janeiro. E para… Continue a leitura...
A O voo ligeiro e o xêro Revista Kuruma'tá, 21 de junho de 202221 de junho de 2022 Texto de Caru — Alguém está perdida. Eu ouvi. De repente histórias se cruzaram. Horários confusos. Relógios trocados. Talvez não dê tempo. O portão verde está fechado. Eu quase que não entro. Quase não te vejo. Quase não encontro. Quase não ganho o xêro que desejei. E que me foi… Continue a leitura...