Dr. Alpha: A primeira viagem espacial da literatura brasileira em nova edição após 116 anos! Revista Kuruma'tá, 2 de agosto de 20234 de novembro de 2025 Em 1907, As viagens maravilhosas do Dr. Alpha ao mundo dos planetas começaram as ser publicadas na revista O Tico-Tico. Logo a história escrita e ilustrada por Oswaldo Silva chamou a atenção por seu pioneirismo, ao ser a primeira obra da ficção científica brasileira a descrever uma viagem espacial. Mais de um século depois,… Continue a leitura...
A Primeiro capítulo, inédito, de uma ficção científica muito pouco pudica! Revista Kuruma'tá, 21 de outubro de 202227 de fevereiro de 2023 Para essa gente maior de idade, com muito amor envolvido A Kuruma’tá tem a alegria e o prazer (Ah, esses dois, quando estão juntos…) de publicar o primeiro capítulo, inédito, da novela de ficção científica Patópolis, que o jornalista e cineasta Eduardo Souza Lima, o Zé José, começou a escrever… Continue a leitura...
A O destino de Jamerson Revista Kuruma'tá, 22 de agosto de 202222 de agosto de 2022 Texto de Toinho Castro — Jamerson olhou na direção do rio e se recusou a me entregar a bússola. Sabíamos, ambos, que suas esperanças eram vãs, mas nem por isso tive coragem de lutar com ele para tomar-lhe o artefato. Estávamos irremediavelmente perdidos, e o caminho que trilhamos era daqueles que se apagam logo atrás dos nossos passos. Continue a leitura...
A Os marcianos de Mercúrio Revista Kuruma'tá, 9 de agosto de 20229 de agosto de 2022 Texto de Toinho Castro Os marcianos estão em toda parte. Estão em Mercúrio também, com suas plataformas e mãos sujas de sangue. Eles não se escondem no lado oculto do planeta. Na verdade não só não estão escondidos como se sentem bem à vontade, negociando escravos e planejando domínios no… Continue a leitura...
A Jandaíra quer ficar – Parte 3 Revista Kuruma'tá, 15 de dezembro de 20216 de janeiro de 2022 Uma fábula estranha de Toinho Castro — Leia Jandaíra quer ficar – Parte 1Leia Jandaíra quer ficar – Parte 2 De volta a praia, no dia seguinte, Jandaíra ergueu a urna com as cinzas de sua mãe na altura dos olhos, contra o cenário de céu azul e ondas quebrando na areia… Continue a leitura...
A Jandaíra quer ficar – Parte 2 Revista Kuruma'tá, 16 de novembro de 20216 de janeiro de 2022 Uma fábula estranha de Toinho Castro — Sentada na praia, Jandaíra olhava o mar. A maré alta cobria os arrecifes e o Atlântico se descortinava para além do horizonte. Apesar do ruído das ondas, o mar parecia-lhe silencioso, contido. Atrás dela, a Avenida Boa Viagem jazia carente do movimento dos automóveis. Agora, somente um outro veículo a atravessava rumo ao Pìna, ao Centro ou Olinda. Continue a leitura...
A Jandaíra quer ficar – Parte 1 Revista Kuruma'tá, 1 de novembro de 20216 de janeiro de 2022 Uma fábula estranha de Toinho Castro — Jandaíra corria em sua bicicleta pelas ruas vazias do Recife. No pequeno aparelho de MP3 tocava em looping a musiquinha do momento, com seu infatigável refrão: Tá todo mundo morto, tá todo mundo vivo. Ela só ria da canção. Você pode imaginar Jandaíra… Continue a leitura...
A Os circos do meu tempo Revista Kuruma'tá, 11 de junho de 202111 de junho de 2021 Texto de Toinho Castro No meu tempo os circos exibiam pedras trazidas de vários planetas em pequenas gaiolas, ao lado de fora da lona colorida, muitas vezes expostas ao sol. Havia pedras até mesmo de Júpiter, que é basicamente composto por gases. “Essas pedras flutuam, ou boiam, por assim dizer,… Continue a leitura...
A A colonização Revista Kuruma'tá, 31 de maio de 202131 de maio de 2021 Texto de Toinho Castro I Depois de meses de obras, não sem alguma polêmica, o Matadouro Público abandonado é agora, oficialmente, um centro cultural que transforma o nosso bairro num pólo gerador de arte, cultura e entretenimento para a cidade. O que ninguém sabe, exceto eu e um restrito grupo de… Continue a leitura...
A A noite em que um disco voador quase destruiu Recife Revista Kuruma'tá, 19 de maio de 202120 de maio de 2021 Texto de Toinho Castro Recife, 1975. Depois da grande enchente, veio a grande falta de luz. Ainda criança e brincando na rua, eu soube… um grande disco voador pairava, invisível, sobre a cidade, sugando nossos recursos energéticos, levando o Recife à escuridão. Não podíamos vê-lo porque ele ele era tecido… Continue a leitura...