A Simples assim Revista Kuruma'tá, 31 de dezembro de 202131 de dezembro de 2021 Texto de Eduardo Maciel — Olá, meus queridos kurumateiros! Nossa, como eu estava com saudades de vocês! Espero que estejam todos bem de saúde e que tenham tido um belo Natal. Independentemente da sua crença, independentemente de onde moram, a despeito das suas condições financeiras. Porque o Natal é sobre… Continue a leitura...
A O menino do campo Revista Kuruma'tá, 22 de dezembro de 202123 de dezembro de 2021 Um conto de André Moreno — Umas mãos debruçando-se a arar terra, outros colhendo flores e frutos, alguns capinando as matas e plantando as sementes, outros na caça, uns fazendo a alimentação e, as crianças, claro, brincando, imitando os adultos. Continue a leitura...
A Poema interiorano e outros poemas, de André Siqueira Revista Kuruma'tá, 19 de dezembro de 202119 de dezembro de 2021 Eis a sempre bem-vinda poesia que nos chega pelo inbox, pelos ventos digitais. É a Kuruma’tá ecoando seu espaço aberto por aí, nas cidades e mentes Brasil adentro. O poeta André Siqueira, de Jacareí nos oferta generosamente cinco poemas de sua lavra e é com esses versos que começamos a… Continue a leitura...
A Jandaíra quer ficar – Parte 3 Revista Kuruma'tá, 15 de dezembro de 20216 de janeiro de 2022 Uma fábula estranha de Toinho Castro — Leia Jandaíra quer ficar – Parte 1Leia Jandaíra quer ficar – Parte 2 De volta a praia, no dia seguinte, Jandaíra ergueu a urna com as cinzas de sua mãe na altura dos olhos, contra o cenário de céu azul e ondas quebrando na areia… Continue a leitura...
A O labirinto de W. J. Solha Revista Kuruma'tá, 12 de dezembro de 202112 de dezembro de 2021 Por Toinho Castro — 1/6 de Laranjas Mecânicas, Bananas de Dinamite, novo livro do poeta/escritor, cordelista, ator e artista plástico Waldemar José Solha, ou W. J. Solha, é um labirinto em que a gente deve procurar a entrada, não a saída. E essa busca só tem um caminho, a leitura. O livro é um longo poema, e eu sei que colocar as palavras livro, longo e poema numa mesma frase pode afastar as pessoas. Pois se aprocheguem! Continue a leitura...
A A orquestra dos inocentes condenados | Livro de Milena Martins Moura Revista Kuruma'tá, 23 de novembro de 202123 de novembro de 2021 Resenha de Toinho Castro, citando poemas lindos do livro da Milena — Totalmente escrito e publicado em meio à devastidão que espalhou pelo mundo, pelo Brasil, A orquestra do inocentes condenados é um livro de ordem íntima, que você lê e sente ele vindo de dentro. De dentro da poeta, e de dentro da gente. Memórias e miudezas aparentes. Continue a leitura...
A Jandaíra quer ficar – Parte 2 Revista Kuruma'tá, 16 de novembro de 20216 de janeiro de 2022 Uma fábula estranha de Toinho Castro — Sentada na praia, Jandaíra olhava o mar. A maré alta cobria os arrecifes e o Atlântico se descortinava para além do horizonte. Apesar do ruído das ondas, o mar parecia-lhe silencioso, contido. Atrás dela, a Avenida Boa Viagem jazia carente do movimento dos automóveis. Agora, somente um outro veículo a atravessava rumo ao Pìna, ao Centro ou Olinda. Continue a leitura...
A Um poema de Monique Lima Revista Kuruma'tá, 13 de novembro de 202113 de novembro de 2021 Monique Lima, educadora, escritora-letrista, criadora e apresentadora do programa @_aguaceiro, da Rádio Graviola, é quem chega junto da gente nesse sábado, frio no Rio de Janeiro, mas possivelmente quente e de céu azul em outras cidades. Chega junto da gente com poesia, melhor jeito de chegar. E muito haverá entre… Continue a leitura...
A Pequeno Dicionário de Arquétipos de Massa: Clones Revista Kuruma'tá, 3 de novembro de 20213 de novembro de 2021 Texto de Fábio Fernandes — Eles são todos iguais.Eles são todos iguais. Cópias, é isso o que eles são. Cópias. Não se sabe quem é o original, como seria possível? Afinal, quando você copia um arquivo dentro de uma pasta de seu computador, coloca a cópia em outra pasta e abre… Continue a leitura...
A Jandaíra quer ficar – Parte 1 Revista Kuruma'tá, 1 de novembro de 20216 de janeiro de 2022 Uma fábula estranha de Toinho Castro — Jandaíra corria em sua bicicleta pelas ruas vazias do Recife. No pequeno aparelho de MP3 tocava em looping a musiquinha do momento, com seu infatigável refrão: Tá todo mundo morto, tá todo mundo vivo. Ela só ria da canção. Você pode imaginar Jandaíra… Continue a leitura...