A ¿Una mariposa en mi pecho? Revista Kuruma'tá, 29 de abril de 202129 de abril de 2021 Texto de Eduardo Frota A gente faz exame pra ver o que tem lá dentro. Pra ver o que a gente não consegue ver quando fica de frente pro espelho. O que não quer dizer que a gente não sinta. O negócio tá lá tão dentro, mas tão dentro, que… Continue a leitura...
A O livro Revista Kuruma'tá, 21 de abril de 202124 de abril de 2021 Texto de Toinho Castro Nossa tendência é achar que um livro é um objeto. É tátil, tem peso, volume… podemos carregá-lo, emprestá-lo, perdê-lo. Ah, a triste sensação de perder um livro, de vasculhar a estante e não encontrá-lo. Mesmo esse “procurar por algo”, alimenta essa ideia de que o livro… Continue a leitura...
A 6222: livro novo de Terêncio Porto chegando! Confira capítulo em primeira mão! Revista Kuruma'tá, 12 de abril de 202112 de abril de 2021 Depois de encarar, com bravura e louvor, uma campanha de financiamento, diga-se, de sucesso, nosso amigo, parceiro e colaborador Terêncio Porto já pode falar que seu novíssimo livro 6222 está pra sair. Eu mesmo, este que vos escreve, diante de um computador em Vila Isabel, na encantada e maltratada cidade… Continue a leitura...
A O peso do pássaro morto, de Aline Bei Revista Kuruma'tá, 14 de fevereiro de 202124 de fevereiro de 2021 Talvez seja esse um comentário tardio sobre o livro O peso do pássaro morto (Lançado em 2017 pela brava Editora Nós, da Simone Paulino), de Aline Bei. Mas acontece que demorei a chegar até ele. Sou daqueles leitores que compra um livro e não o lê imediatamente. Deixo ele lá na estante, ou na Nuvem, no caso de um e-book. Muito se falou das qualidades desse primeiro romance da Aline. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A Toinho Castro lança seu livro IMBIRIBEIRA Revista Kuruma'tá, 12 de janeiro de 202130 de janeiro de 2021 Nosso editor, Toinho Castro, acaba de colocar na praça seu livro Imbiribeira, uma narrativa em crônicas e poemas de um Recife muito particular, que tem no bairro da Imbiribeira seu epicentro afetivo. Continue a leitura...
A Porque todos os malditos algoritmos levam à mesma descoberta Revista Kuruma'tá, 16 de dezembro de 202031 de dezembro de 2020 Mãe, eu descobri algo e agora sinto que preciso contar a você: eu estou triste. Como o dia em que me deixaram na escola, viraram as costas e foram embora. [Texto de Eduardo Frota] Continue a leitura...
A Não me solta se eu voltar pra casa com as mãos sujas de pólvora Revista Kuruma'tá, 25 de novembro de 202029 de novembro de 2020 Eu me perdi aos quatro anos de idade em meio à multidão na areia, naquela manhã escaldante de sábado, segurando um picolé de chocolate na mão direita. Enquanto ele derretia e percorria dedos, palma e pulso, doce e gelado, algumas lágrimas, salgadas e mornas, desciam as bochechas feito alpinistas desistindo da montanha. [Texto de Eduardo Frota] Continue a leitura...
A Literal: Kika e seu disco-biblioteca! Revista Kuruma'tá, 19 de novembro de 20201 de dezembro de 2020 Lembro que na nossa família a gente tinha esse amigo, um violonista muito talentoso, muito sensível. Um artista nato, como se diz. Eu era criança mas lembro muito bem dele, de sua habilidade ao violão, que me impressionava a todos. Na época do vestibular ficamos todos surpresos, porque ele resolvera prestar exames para entrar em engenharia. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A Pequeno Dicionário de Arquétipos de Massa: Casa Assombrada Revista Kuruma'tá, 10 de novembro de 202020 de dezembro de 2020 Não havia nada demais naquela casa. Agora, de menos havia muita coisa. Se essa casa fosse um livro, talvez o título pudesse ser Crônica de Uma Casa Assassinada. Se outro autor já não tivesse escrito um livro com esse nome. [Texto de Fábio Fernandes] Continue a leitura...
A O número mais perigoso do mundo é retorcer um coração Revista Kuruma'tá, 16 de outubro de 202018 de outubro de 2020 Meu avô era o Homem Mais Forte do Mundo. Quem me contou foi a minha avó, que o conheceu ainda na tenra idade, quando ele fugiu com a cidade deixando pra trás toda a família circense. Dizia ela que os bíceps, tríceps e quadríceps dele já não davam mais conta do exaustivo e intenso intento diário de carregar tudo nas costas. E eram assim, por detrás da coxia, tremendo de frio com os músculos à mostra, que meu avô invocava o choro mais forte do mundo. [Texto de Eduardo Frota] Continue a leitura...