A Leitura recomenda: Praia do Eco, de Francisco Paschoal Revista Kuruma'tá, 9 de outubro de 202022 de outubro de 2020 Antes de mais nada, uma declaração: Sou suspeito. Sou fã dos textos que Francisco Paschoal espalha por aí, ao sabor da internet, sempre surpreendendo a gente. O sujeito é meu amigo e eu poderia simplesmente ficar quietinho a respeito de seu novo trabalho, ou simplesmente mandar um “pô, maneiro…”, expressão que provavelmente nem se usa mais e, decerto, cafona. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A No mês do Halloween, pro terror eu digo sim! Revista Kuruma'tá, 5 de outubro de 20205 de outubro de 2020 Resolvi escrever esse artigo para divulgar um autor incrível. Ele escreve livros e contos de terror. Abaixo vocês podem descobrir mais sobre ele na entrevista EXCLUSIVA que ele concedeu à Revista Kuruma’tá! Como vocês já sabem, no quinto livro da série literária de sonetos que estou publicando, onde os sonetos conversam com outras artes e linguagens, o #SonetERROR, escreverei sonetos para esse gênero literário, dominado desde sempre pela prosa. [Texto de Eduardo Maciel] Continue a leitura...
A Bravos: Tudo indica que estamos saindo para uma aventura! Revista Kuruma'tá, 10 de setembro de 202015 de setembro de 2020 Não entendo muito de quadrinhos. Não é minha praia, como se diz. Mas meu amigo Francisco sabe tudo. É bom escutá-lo falar sobre quadrinhos; os estilos, variações, possibilidades, os milhares de links e inspirações das histórias, dos autores, de todas essas páginas já produzidas. O mainstream, o alternativo, o sub, o experimental… Quadrinhos é um mundo. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A O último voo Revista Kuruma'tá, 25 de agosto de 202028 de agosto de 2020 Foi principalmente após o rompimento com Clarissa que Rômulo, retornando à casa da mãe — azul e de janelas amarelas, na esquina da rua dos Araçás, número 126 —, deprimiu-se de vez. Tentou cinema, puteiros, boates, comprimidos, tai-chi, trilhas no meio do mato, uísques, academias, livros de autoajuda, encontros em grupo. Nada serviu. Afinal, nem mesmo o psiquiatra encontrava alternativas ou mentiras. [Texto de Huggo Iora] Continue a leitura...
A Um noite no ferro-velho de Bodoni Revista Kuruma'tá, 22 de agosto de 202024 de agosto de 2020 Sentamos eu e Ray, lado a lado, na beira do rio. Logo atrás de nós jazia um foguete abandonado, no ferro-velho do nosso amigo em comum, o sonhador Fiorello Bodoni. Da última vez que o vimos já estava doente… lá longe os foguetes, rumo a Saturno ou Vênus, riscavam o céu desde o horizonte num arco. Eu e Ray sorríamos feito crianças que, afinal, éramos. Brindamos com nossos copos cheios de licor de dente-de-leão aos foguetes, ao espaço e aos sonhadores, como Bodoni. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A Os gatos e os artistas Revista Kuruma'tá, 17 de agosto de 202018 de agosto de 2020 Depois de passar a ter gatos, tenho percebido que muitos de meus amigxs envolvidxs com a arte: todos tem gatos, pretendem ter ou já tiveram. E eu comecei a reparar nos felinos, e vi neles uma série de pontos de congruência com o íntimo do artista. Percepção feita, e comecei a pesquisa, né? Pensem uma pessoa apegada às próprias ideias… [Texto de Eduardo Maciel] Continue a leitura...
A Pequeno Dicionário de Arquétipos de Massa: Gravidade zero Revista Kuruma'tá, 4 de agosto de 20206 de agosto de 2020 Você quase esqueceu. Cadê neurônio depois de tanto álcool na cabeça? A única lembrança que ainda lhe resta daquela noite foi o salto: apostou – dizem que foi a dinheiro, mas isso você faz questão de não lembrar – com os amigos na festa para ver quanto tempo cada um levaria para tocar o chão, pulando do alto da janela do segundo andar da casa. [Texto de Fábio Fernandes] Continue a leitura...
A Astronautas Revista Kuruma'tá, 2 de agosto de 20204 de agosto de 2020 A imagem não é muito boa, há sempre algum ruído e a gente sente o esforço dos dados, dos pixels, para migrar entre nós, carregando as imagens de uns para os outros. O som é sempre um pouco metálico, estranho, sempre um pouco fanhoso, porque nossos microfones e altofalantes, ou fones de ouvido, não são mesmo grande coisa. Então enquanto eu converso com alguém, tento filtrar aquele som pela memória, a fim de recuperar a voz da pessoa. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A A música das nossas vidas Revista Kuruma'tá, 22 de julho de 20204 de agosto de 2020 A ideia surgiu porque amavam de música. Criaram então a MentalMusic, que ocupava um pequeno galpão numa fábrica abandonada, na estrada das Imbiribeiras, na cidade do Recife. A primeira versão do chip surgiu no ano de 20?? e foi implantada no próprio Luizinho Marques, engenheiro e fundador, que passou dois ou três dias ouvindo ruídos e estática. O progresso foi lento e muito dificultado. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A De nada vale a um daltônico o quarto escuro Revista Kuruma'tá, 20 de julho de 20204 de agosto de 2020 Porque o céu é azul. Não, isto não é uma pergunta. Porque você fica rubro quando deixa-se acometer pela ira. Os arcos das íris, no entanto, permanecem coloridos. Mas ele não pode ver as cores. Monocromático, multidolorido. Daltônico, o semáforo é sempre de um amarelado perigo. Por isso permanece no quarto escuro. Trancado pelo lado de dentro e pelado, com os olhos esbugalhados, de fora. Há somente tons de breu. [Texto de Eduardo Frota] Continue a leitura...