Skip to content

Kuruma'tá | contra o desencanto

  • Sobre KURUMA’TÁ
  • REDE AFETIVA DE CULTURAS
    • Aguaceiro
    • revista cassandra
    • Fazia Poesia
    • Macabéa Edições
    • Na ponta da Agulha
    • NC Curadorias
    • Editora Patuá
    • Revista Sucuru
    • Taioba Publicações
    • Revista Tamarina
    • Toma Aí Um Poema
    • Revista Toró

Kuruma'tá | contra o desencanto

Categoria: A

A

Não me solta se eu voltar pra casa com as mãos sujas de pólvora

Revista Kuruma'tá, 25 de novembro de 202029 de novembro de 2020

Eu me perdi aos quatro anos de idade em meio à multidão na areia, naquela manhã escaldante de sábado, segurando um picolé de chocolate na mão direita. Enquanto ele derretia e percorria dedos, palma e pulso, doce e gelado, algumas lágrimas, salgadas e mornas, desciam as bochechas feito alpinistas desistindo da montanha. [Texto de Eduardo Frota]

Continue a leitura...
A

Amar o mar

Revista Kuruma'tá, 23 de novembro de 202020 de dezembro de 2020

Essa fascinação pelo mar me impediu, creio eu, de desenvolver vontade de me aventurar pelos esportes aquáticos (exceto pela natação, em maior parte praticada em piscinas, onde inclusive competi – e venci – em diversos campeonatos infanto-juvenis). Eu não poderia brincar no meu maior templo, usando ondas e todas as possibilidades da superfície fluida e salgada dos mares: seria um sacrilégio pessoal. [Texto de Eduardo MAciel]

Continue a leitura...
A

Literal: Kika e seu disco-biblioteca!

Revista Kuruma'tá, 19 de novembro de 20201 de dezembro de 2020

Lembro que na nossa família a gente tinha esse amigo, um violonista muito talentoso, muito sensível. Um artista nato, como se diz. Eu era criança mas lembro muito bem dele, de sua habilidade ao violão, que me impressionava a todos. Na época do vestibular ficamos todos surpresos, porque ele resolvera prestar exames para entrar em engenharia. [Texto de Toinho Castro]

Continue a leitura...
A

The way love used to be

Revista Kuruma'tá, 12 de novembro de 20201 de dezembro de 2020

Uma fábula de viagens. Um encontro e um caminho perdido. Perdido mesmo? Ou somente uma outra rota dentre as rotas possíveis, dentre os mundos possíveis, abstratos ou não, que colocam adiante quando duas pessoas se encontram? Uma noite, um carro, músicas no CD player. A cada esquina a dúvida e a certeza se embaralhando numa jornada rumo ao desconhecido, ou a algo que já sabemos, já mesmo ansiamos?! “I know a place to far from here…” [Texto de Toinho Castro]

Continue a leitura...
A

Entrevista com Jonathan Uliel Saldanha

Revista Kuruma'tá, 11 de novembro de 202010 de março de 2021

O músico Jonathan Uliel Saldanha não é uma pessoa fácil de entrevistar, dada a imensidão de projectos que tem. Convenhamos, é impossível estar a par de todos, há sempre um que nos escapa. Portanto, a conversa na Oficina Municipal do Teatro, dois dias antes da apresentação do seu espectáculo com a Vera Mantero no Linha de Fuga, começou com esse facto assumido e acatado. O resto foi o que se segue: um portal aberto para uma espécie de Being Jonathan Uliel Saldanha. [Por Carina Correia]

Continue a leitura...
A

Pequeno Dicionário de Arquétipos de Massa: Casa Assombrada

Revista Kuruma'tá, 10 de novembro de 202020 de dezembro de 2020

Não havia nada demais naquela casa. Agora, de menos havia muita coisa.
Se essa casa fosse um livro, talvez o título pudesse ser Crônica de Uma Casa Assassinada. Se outro autor já não tivesse escrito um livro com esse nome. [Texto de Fábio Fernandes]

Continue a leitura...
A

Numa Ciro, a Flor

Revista Kuruma'tá, 9 de novembro de 20209 de novembro de 2020

Numa Ciro é a flecha atravessando o sertão do cariri, remoendo as águas do Açude Velho de Campina Grande, desobedecendo as curvas e atalhos recifenses, caindo nua-lúcida-luminosa numa reunião ordinária da Academia Brasileira de Letras. O mofo acadêmico não suportará sua carga. A poeira da velhacaria desaparecerá em desabalada carreira frente seu sopro criador. [Texto de Aderaldo Luciano]

Continue a leitura...
A

A relva de Campina

Revista Kuruma'tá, 7 de novembro de 202027 de novembro de 2020

Outro dia, tempos atrás, num mundo sem pandemia, Numa Ciro convidou a mim e minha companheira, Raquel, para assistirmos seu Cabaré Concreto. Isso foi o que? Uns três anos atrás, lá na Casa Rio, em Botafogo. O Cabaré Concreto em que Numa fazia releituras de canções, adaptava letras em temas instrumentais, provocava surpresa, emoção e nos cobria com o afeto de sua voz. Era uma espetáculo que fazia algo impossível de ser feito, resumir Numa Ciro. [Texto de Toinho Castro]

Continue a leitura...
A

— O que será de nós? O que será?

Revista Kuruma'tá, 5 de novembro de 202011 de março de 2021

Concedo hoje a liberdade de publicar na Kuruma’tá uma pequena seleção de poemas escritos pela minha mãe, Lenira Castro. Não por nada… é que ontem ela me perguntou o que era preciso fazer para publicar uns poema na revista. Que singeleza de pergunta! Tenho aqui comigo os poemas, nos cadernos em que ela os escreveu. Fico feliz em publicá-los, pensando na riqueza enorme e anônima da poesia do Nordeste, em que cada família tem pelo menos um poeta.

Continue a leitura...
A

Entrevista a Vera Mantero

Revista Kuruma'tá, 4 de novembro de 202010 de março de 2021

Fui ter com a Vera Mantero à Oficina Municipal do Teatro numa correria para aproveitar a pausa que tinha do seu trabalho. Enquanto comia uma maçã vermelha, a Vera ofereceu-me a outra ponta do sofá, fazendo notar que era o seu momento de descontracção. Percebo, pois o espectáculo que estaria prestes a apresentar seria tudo menos descontraído, não fosse ele uma viagem ao lugar dos monstros, do obscuro e do feio. E por isso mesmo, a nossa conversa fez-se num ritmo macio, absoluto respeitador do momento. [Por Carina Correia]

Continue a leitura...
  • Previous
  • 1
  • …
  • 29
  • 30
  • 31
  • …
  • 62
  • Next

LIVRARIA KURUMA'TÁ

A Kuruma'tá é uma publicação da Místico Solimões
e da Rede Afetiva de Culturas

©2026 | WordPress Theme by SuperbThemes