A Recife: Invenção e Estação Revista Kuruma'tá, 6 de maio de 201930 de dezembro de 2019 Nordeste, século XXI. Recife literária. Uma cidade assinada pelo verbo, pelas lentes culturais de autores modernos e contemporâneos como Jomard Muniz de Britto, Pietro Wagner, Delmo Montenegro, Everardo Norões, Siba Veloso, Marcelino Freire, Frederico Barbosa, Deborah Brennad, Majela Colares e Marco Pólo, dentre outros. [Texto de Nonato Gurgel] Continue a leitura...
A Vestindo o Brasil Revista Kuruma'tá, 3 de maio de 201924 de outubro de 2019 A gente quando pensa em artes plásticas pensa sempre em quadros pinturas a óleo, esculturas ou gravuras. Mas tem essa arte circular, a arte da camiseta, que se insere numa mídia pop, mas que pode abarcar tradição, releituras culturais, experimentalismos e transcender o simples vestir. Continue a leitura...
A Passagem Malakoff Revista Kuruma'tá, 30 de abril de 201915 de novembro de 2020 Na Aloísio Magalhães, então galeria, havia uma ampla sala dedicada a uma uma série de pinturas do João Câmara chamada Cenas da Vida Brasileira. Essas pinturas sempre me impressionaram e recordo de sempre vagar por elas, apreciando suas dimensões enormes e os detalhes da tinta sobre os painéis enormes, a precisão dos pincéis criando aquelas cenas tão realista mas recheadas de elementos tão inesperados. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A Uma obra de arte chamada “Eu sou o Rio” Revista Kuruma'tá, 26 de abril de 201930 de dezembro de 2019 Cultuado e disputado a tapa nos dias de hoje, o LP saiu pelo selo Plug, que era um braço da gravadora BMG dedicado ao indie da época, abarcando trabalhos diversos, como De Falla, Violeta de Outono e o fundamental Picassos Falsos, entre outros. [Tetxo de Jorge LZ —Na Ponta da Agulha] Continue a leitura...
A Lucia Berlin, te amo Revista Kuruma'tá, 19 de abril de 201924 de outubro de 2019 Lendo o “Manual da Faxineira”, da Lucia Berlin. Todo dia penso em postar “Lucia Berlin, te amo.” Todo dia, desde o meu aniversário, um estarrecimento. Nunca li nada igual. Claro que se pode falar isso de muitos autores, mas essa daí tá me tirando do sério, no melhor dos sentidos. O livro, de contos, tem pouco mais de 500 páginas. [Texto de Terêncio Porto] Continue a leitura...
A HQs e poesia na Paraíba dos anos 80 Revista Kuruma'tá, 17 de abril de 201930 de dezembro de 2019 Estava tentando escrever um trabalho crítico sobre Piteco-Ingá, edição de luxo de Shiko a partir do clássico personagem de Maurício de Souza. Fui revolver minha pequena dúzia de livros para ver se encontrava alguma luz norteadora. Elenquei: Alex Ross, Will Eisner, Moaci Cirne, Álvaro de Moya, Goida, Pierre Couperie, Maurice Horn, Umberto Eco e um bocado de coisa. [Texto de Aderaldo Luciano] Continue a leitura...
A Desconstrução do Conselheiro Revista Kuruma'tá, 15 de abril de 201930 de dezembro de 2019 Enquanto as tropas não chegam, ouço aboios, ouço urros e berros, zumbidos, miados, cacarejos e pios ouço, ouço o estouro da boiada, o relógio da saudade. Do verde inverno gotejante, telhas, goteiras, capelas, igrejas que construímos juntos, cisternas, campos de futebol, rezas inventadas no solo seco do sertão sem ser só. Os beatos não são fanáticos, ah não são. [Texto de Nonato Gurgel] Continue a leitura...
A Jorge Mautner é cultura e amor Revista Kuruma'tá, 12 de abril de 20198 de janeiro de 2021 Dedicado ao parceiro Nelson Jacobina, falecido em 2012, “Não há abismo em que o Brasil caiba” traz 14 faixas (13 delas inéditas, a exceção é “Yeshua Ben Joseph”) compostas só por Mautner ou em parceria com os integrantes do Tono, Domenico Lancellotti e João Paulo Reys. [Tetxo de Jorge LZ —Na Ponta da Agulha] Continue a leitura...
A Na banca do Olivar Revista Kuruma'tá, 9 de abril de 201921 de novembro de 2021 Saindo da estação Carioca do metrô do Rio de Janeiro, pela saída Rio Branco, a gente se depara com a cena cotidiana do mercado informal. Vendedores de produtos eletrônicos de origem e marcas duvidosas, raquetes para matar mosquitos, e toda sorte de coisas que mudam de uma temporada para outra; guarda-chuvas nos dias de chuva, leques no pico do verão. Mas entre as quinquilharias e o vai-e-vem dos apressados com seus seus compromissos a cumprir, temos algumas ilhas luminosas. São os vendedores de livros e discos que abrem seu espaço num dos centros nervosos da muvuca carioca. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A Só não pode esquecer Revista Kuruma'tá, 5 de abril de 20198 de março de 2021 Quando falei pro Toinho (Castro) que tinha tido uma ideia pra escrever esse texto ele me disse: “só não pode esquecer”. Um belo e auspicioso começo. Porque tem coisa que a gente realmente não pode esquecer. Livros, por exemplo. Quem nunca teve aquela sensação de “que livro é esse? Obras que te marcam como uma cicatriz, que te desviam ou colocam no caminho, que alteram alguma trajetória, que são verdadeiras descobertas, te instigando, te aquietando, te agitando, te desafiando. [Texto de Adriana Nolasco] Continue a leitura...