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Kuruma'tá | contra o desencanto

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Kuruma'tá | contra o desencanto

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Os sabores da cultura popular

Revista Kuruma'tá, 1 de agosto de 202011 de março de 2021

Chega-nos nesse sábado inverno, com fiapos de sol, ecos da culinária brasileira, pela voz afetiva da paraense de Marajó, criada em Belém, Raíra Moraes. Apaixonada por música e cultura popular, Raíra faz pesquisa nessa área há uns dez anos, sempre atrelando música, culinária local e manifestações de raiz. Só muito amor pela gastronomia, por enxergá-la como cultura e veículo das tradições e história do povo, das gentes desse país enorme e profundamente culinário. Onde se vai encontram-se sabores, combinações inesperadas de ingredientes e descobertas. Com esse olhar e, claro, paladar, Raíra compartilha com a gente suas impressões e experiências. [Texto de Raíra Moraes]

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Poesia através do Atlântico

Revista Kuruma'tá, 31 de julho de 20204 de agosto de 2020

Sabem aquele contato que a gente faz, aí se perde no rebuliço das horas, dos dias, dos e-mails, das mensagens?! Pois… Eis que reencontrei dias desses um desses elos perdidos das conversas ao acaso. A artista Lu Lessa, residente na boa Coimbra, me falou desse moço, o Alexandre Gigas, amigo, poeta, artista como ela. Que a gente tinha que trocar ideias, palavras, feitos heroicos! Email vai e vem e some, mas na confusão de distrações Gigas deixou-nos um poema a ser publicado na Kuruma’tá. Reencontrá-lo foi graça alcançada, item no somatório das coisas boas que se insurgem contra as coisas ruins. [Poemas de Alexandre Valinhos Gigas]

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Movimentos

Revista Kuruma'tá, 30 de julho de 202011 de março de 2021

Poesia tem seu lugar cativo na Kuruma’tá, ainda mais a poesia de Maria Cristina Martins, que sempre abre uma janela nova aqui na revista. Aqui ela nos apresenta três poemas de sua nova lavra. Adoro essa expressão, que vem de lavoura, de lavrar a terra. E não é assim que a gente faz poesia? E para completar, acompanha o conjunto de três poemas temos ainda uma arte da série de trabalhos que Maria Cristina vem desenvolvendo com pintura. Tudo de bom na Kuruma’tá, graças a essa colaboração, esse encontro de gentes que sonham e escrevem poesia. [Poemas de Maria Cristina Martins]

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O Ano Dois Mil e Vinte / Mudou Meu Planejamento

Revista Kuruma'tá, 29 de julho de 202011 de março de 2021

O ano de dois mil e vinte não tá moleza pra geral. Naquele momento cintilizante dos abraços, dos fogos, dos votos de feliz ano novo e do champagne, ou da Cidra, tava todo mundo sonhando, planejando mil coisas. Mas aí o ano que veio não era exatamente aquele que a gente tava contando. E tivemos que mudar nosso planejamento.

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Vamos tomar uma Aspirina Nuclear e viajar

Revista Kuruma'tá, 28 de julho de 20204 de agosto de 2020

E dos territórios livres da Paraíba nos chega a arte de Will Simões. Filho de pernambucanos e nascido em Campina Grande, Will desenvolve seu trabalho olhando para o alto e além. A ficção científica, nossa querida ficção científica, parece uma linha que sai ligando cada quadro, ou frame, que ele projeta no seu Instagram, @aspirinanuclear, um excelente nome. Essa aspirina prestes a explodir, por estar carregada de energia infinita. [Artes de Will Simões]

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A música das nossas vidas

Revista Kuruma'tá, 22 de julho de 20204 de agosto de 2020

A ideia surgiu porque amavam de música. Criaram então a MentalMusic, que ocupava um pequeno galpão numa fábrica abandonada, na estrada das Imbiribeiras, na cidade do Recife. A primeira versão do chip surgiu no ano de 20?? e foi implantada no próprio Luizinho Marques, engenheiro e fundador, que passou dois ou três dias ouvindo ruídos e estática. O progresso foi lento e muito dificultado. [Texto de Toinho Castro]

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De nada vale a um daltônico o quarto escuro

Revista Kuruma'tá, 20 de julho de 20204 de agosto de 2020

Porque o céu é azul. Não, isto não é uma pergunta. Porque você fica rubro quando deixa-se acometer pela ira. Os arcos das íris, no entanto, permanecem coloridos. Mas ele não pode ver as cores. Monocromático, multidolorido. Daltônico, o semáforo é sempre de um amarelado perigo. Por isso permanece no quarto escuro. Trancado pelo lado de dentro e pelado, com os olhos esbugalhados, de fora. Há somente tons de breu. [Texto de Eduardo Frota]

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Poemas do Tesserato | Calí Boreaz

Revista Kuruma'tá, 14 de julho de 202010 de março de 2021

tesserato
é um súbito lugar de fusão. em toda a fusão existirá um momento de confusão? numa sucessão de interseções de espaços e tempos em movimento — como se estivessem girando num grande hipercubo —, o sujeito poético se desloca ao longo da imobilidade. toda a imobilidade conterá uma suspensão? nesse amplificar-se, entre estar e já-não-estar, entre a inexistência de um pouso e a espera por si mesmo já nesse pouso, é traçada uma inexplorada dimensão. [Poemas de Calí Boreaz]

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Será que “a emenda sai pior que o soneto” mesmo?

Revista Kuruma'tá, 13 de julho de 202028 de julho de 2020

Orlando Neves, em uma definição mais objetiva, disse que o ditado significa “cair em pior erro que o erro anterior”. Certeiro e direto ao ponto. Mas sem o rebuscamento de incluirmos a palavra “soneto” no dito. Prefiro (óooooobvio) a versão anterior. E nela vou adentrar mais um pouco, se me permitem. Afinal, sou pai de sonetos e todo pai defende (ou deveria defender) seus filhos contra injustiças. [Texto de Eduardo Maciel]

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Poemas de ‘Entre um eco e outro’, de Angelita Guesser

Revista Kuruma'tá, 10 de julho de 20208 de março de 2021

Angelita Guesser chega com sua poética à Revista Kuruma’tá, com quatro poemas do seu livro Entre um eco e outro, que em pré-venda na Editora Letramento, e também um poema inédito, na voz da poeta. A poesia é sempre bem-vinda na nossa revista, ainda mais assim, com esse timbre, essa fibra. Entre um eco e outro há o que? Aparentemente o silêncio, mas também uma expectativa, se aquilo que dissemos vai perdurar, ecoando indefinidamente. Entre um eco e outro, poesia. [Poemas de Angelita Guesser]

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A Kuruma'tá é uma publicação da Místico Solimões
e da Rede Afetiva de Culturas

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