A Toinho Castro lança seu livro IMBIRIBEIRA Revista Kuruma'tá, 12 de janeiro de 202130 de janeiro de 2021 Nosso editor, Toinho Castro, acaba de colocar na praça seu livro Imbiribeira, uma narrativa em crônicas e poemas de um Recife muito particular, que tem no bairro da Imbiribeira seu epicentro afetivo. Continue a leitura...
A Nadando com meu peixe predileto Revista Kuruma'tá, 20 de dezembro de 20208 de janeiro de 2021 Meu peixe predileto me leva bem perto do vulcão submarino, e bem perto do abismo do fundo mar e me fala baixinho, no ouvido: “Lá embaixo estão as fundações da terra”. E fugimos como quem foge do medo mais terrível, e nadamos sozinhos, rindo, perto daquela praia cheia de gente que não nos entende. E se eles soubessem que eu estou ali, nadando com o meu peixe predileto comentariam que “isso não é possível… e as leis?! E o congresso!?… [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A O Luiz Gonzaga que eu vi Revista Kuruma'tá, 13 de dezembro de 20203 de fevereiro de 2022 Cruzei caminhos com Luiz Gonzaga duas vezes. Certa vez, quando criança, passeava no Aeroporto dos Guararapes com minha mãe, passeio de domingo, lanche no Café Palheta e aviões subindo e descendo, carregados de gentes e histórias. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A Professora Inês Revista Kuruma'tá, 1 de dezembro de 20203 de fevereiro de 2022 Inês de Sousa foi minha professora de cinema, quando estudei comunicação, no Centro de Artes e Comunicação , CAC, da UFPE, no Recife. Inês é portuguesa e há muito retornou à sua terra. Fui um aluno relapso, que se redimiu com um bom trabalho de final de disciplina, no apagar das luzes. Porque, no fim das contas, eu amava cinema. [Poema de Toinho Castro] Continue a leitura...
A Aristocracia Carioca | Severino Dadá: O cangaceiro da moviola na terra de São Sebastião Revista Kuruma'tá, 29 de novembro de 202025 de janeiro de 2021 Como boa parte dos que vivem no Rio, Severino Dadá é um carioca nascido na rodoviária. Foi no começo de 1969 que Dadá aportou por estas bandas, na condição de “elemento de alta periculosidade”. [Texto de Rodrigo de Oliveira e fotos de Michael Ende — Cedido pela Revista Zé Pereira] Continue a leitura...
A A quem possa interessar Revista Kuruma'tá, 27 de novembro de 202011 de março de 2021 Acontece que ela é baiana, de Feira de Santana! Conheci Caru no queridíssimo Festival Levada. De lá pra cá, em meio à pandemia, trocamos ideias, fizemos live e essa amizade assim se deu, com ela virando parceira aqui da Kuruma’tá, escrevendo lindamente pra gente. Continue a leitura...
A — O que será de nós? O que será? Revista Kuruma'tá, 5 de novembro de 202011 de março de 2021 Concedo hoje a liberdade de publicar na Kuruma’tá uma pequena seleção de poemas escritos pela minha mãe, Lenira Castro. Não por nada… é que ontem ela me perguntou o que era preciso fazer para publicar uns poema na revista. Que singeleza de pergunta! Tenho aqui comigo os poemas, nos cadernos em que ela os escreveu. Fico feliz em publicá-los, pensando na riqueza enorme e anônima da poesia do Nordeste, em que cada família tem pelo menos um poeta. Continue a leitura...
A Uma cidade assombrada Revista Kuruma'tá, 1 de novembro de 20201 de novembro de 2020 Pense numa cidade assombrada! Recife é assim, cheia de almas penando por aí. Casas assombradas não faltam… sobrados velhos abandonados. Abandonados de gentes, mas finamente habitados pela mais alta linhagem de fantasmas nordestinos. Noite na rua Velha, extensão da ponte Velha, que leva até o Largo de Santa Cruz, onde tem a Igreja. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A A fábrica da Tacaruna e a descoberta de Austro-Costa Revista Kuruma'tá, 27 de outubro de 20204 de janeiro de 2024 Em 22 de março de 1986, eu e Roberval fomos ao show do RPM, lá no Centro de Convenções, no Complexo de Salgadinho, entre o Recife e Olinda. O RPM, com Paulo Ricardo à frente, era a banda do momento no Brasil, tocando até encher o saco em todas as rádios com vários hits do seu primeiro disco, Revoluções por minuto. [Texto de Toinho Castro] Continue a leitura...
A A Lua sobre nós Revista Kuruma'tá, 22 de outubro de 202022 de outubro de 2020 A Lua é mais antiga que a terra, está nos registros mentais mais baixos e inacessíveis. Sonhei com isso, com essa informação. A Lua foi o veículo que nos trouxe até aqui, que nos protegeu no percurso mais difícil da nossa migração. Era verde, rica e foi abandonada. Agora está latente, aguardando os sinais, a movimentação da civilização no sentido de abandonar mais um planeta. Continue a leitura...